Publicado por: marianammachado | julho 28, 2011

Segunda 25/07/2011

Globe Theatre

Acordei me sentindo uma velhaca – 29 anos pesam!!!! Não tomamos café no Paul porque estava mto cheio e tomamos café num lugarzinho ao lado da St Paul. Fomos parar lá de novo porque era a estação de metro destino.

Vimos os jardins em volta da igreja e seguimos para o Globe Theatre onde vimos a exposição do teatro que tb foi com o Audio guia explicando tudinho e fizemos um tour pelo teatro cheio de historinhas da época do teatro Elizabetano. Eu curti mais que a mamãe. Fomos cedo pois nao queriamos correr o risco de perder a visita que em época de peça so acontece até as 12h.

Globe Theatre

Seguimos à pé pela beira do rio até a London Eye. Foram +- uns 30 min de caminhada. Passamos por um festival de verão que estava rolando por ali e transformou o caminho num tipo de píer com direito à areia e baldinho pros pequenos.

Festival de verão

Chegando à London Eye, quase enfartamos a fila para entrar era de dobrar o quarteirão. Havíamos comprado os ingressos online – Há várias opções de ingressos: um simples com hora marcada, um simples sem hora (pode ser usado a qq momento) e um com fast track – o famoso fura fila. Havíamos comprado um ingresso sem hora marcada mas sem fast track., Qdo chegamos lá e retiramos os ingressos (em uma maquininha sem estresse) resolvemos fazer um upgrade e comprar o fast track por mais 10 pounds cada um. A fila reduziu a apenas 15 minutos! Dinheirinho bem gasto!

London Eye - dentro do bondinho

London Eye

Logo entramos na roda gigante. A roda é muito legal, mas não fomos ver o filme 4D incluído no ingresso porque estávamos com uma certa pressa (será que fizemos mal???). Atravessamos a ponte e fomos para o Big Ben e Parlamento onde tiramos mtas fotos como manda o figurino!

Ih! Olha lá o Big Ben

 

Não deu pra ir na Westminster – a fila estava enorme e deixamos pro dia seguinte. Fomos para a Torre de Londres (London Tower). Compramos os ingressos e paramos pra comer um Fish & Chips classe A! Visitamos a fortaleza e a exposição das jóias da coroa. Vimos o maior diamante lapidado do mundo! A mãe quase comprou… eu que não deixei, achei mto discreto, hahaha! Essa exposição tem muita fila e perde-se um tempinho. Como tb já vimos uma vez a exposição das armaduras e estava chegando a hora de fechar, tiramos foto com os guardinhas e fomos embora.

Torre de londres

Pra quem vai lá com criança, tem um programa que parecia mto divertido: um curso de cavaleiro. Quando paramos pra ver tinha um monte de criança dando espadada num pobre coitado (aposto que era o estagiário) e uns pais indo em direção à catapulta… Não vimos se eles catapultaram algo ou foram catapultados…

Tower Bridge

Fomos para o Shopping center Westfield – que fica na estação de metrô Sheperd’s Bush, no fim da Central Line, bem longe. Quando entramos eu quase enfartei: só tinha loja de grife (Tiffany & Co, Prada, Louis Vitton, Mil Mil, Jimmy Choo…) Achei que ia ser a maior roubada – ficar vendo coisa que não posso comprar. Mas o shopping melhora (ou piora, depende do ponto de vista) com lojas mais normais – departamento e outras (locais, nike, adidas, Tommy, Gap…). Em volta do shopping tb tem uma área cheia de restaurantes legais.

Estávamos bem cansadas e voltamos pra Gloucester Road onde jantamos no Olive – restaurante que fica no hotel Bailey’s onde ficamos da ultima vez que estivemos em Londres. Tomamos um vinho rosé (a bebida do verão). Eu comi uma berinjela parmegiana e mamãe um linguini com camarão e alcachofra. Depois disso tudo só nos restou a cama!

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Publicado por: marianammachado | julho 26, 2011

24/07/2011 – Viva a Teté!!!

Esse foi o domingo do meu aniversário. Queria aproveitar e agradecer a todo mundo que me mandou mensagem. Meu dia ficou bem mais feliz!!!

Aproveitei bastante por aqui. A programação era a tradição de domingo por aqui: o mercado de Camdem Lock. Acordamos cedinho e fomos de metro para Little Venice – ao norte do Regent’s Park – um lugar muito fofo com casinhas brancas geminadas ao longo do canal. De lá pega-se um barquinho (coisa de 7 / 8 pounds por pessoa) para o mercado ou para o zoológico. é um passeio de 50 minutos pelos canais construidos por ali.

O Barquinho que pegamos em little venice.

Adoramos, mas só vale a pena mesmo para quem tem bastante tempo sobrando pois vc pode chegar no destino de metrô rapidinho. Nos usamos a Waterbus London Company e pegamos o barquinho das 11h.

Mapa de Little Venice e dos canais que percorremos.

Chegamos em Camdem Lock as 11:50, o que foi otimo pois depois das 13h o mercado fica impossivel de andar de tão lotado. O Camdem Lock é uma grande feira de artesanato. Tem várias barraquinhas legais com produtos confeccionados pelos próprios vendedores. Tem algumas coisas mais góticas e punk ainda, mas não é mais a maioria não. Dá pra se perder lá dentro e pra gastar bastante dinheirinho tb!

Camdem Lock

Quando começou a ficar cheio demais resolvemos ir embora, mas descobrimos que nao poderiamos pegar o metro na estação de camdem market (ou camdem lock, nao sei o nome ao certo) pois ela fica com a entrada proibida entre 13 e 17 aos domingos – vc so consegue chegar à feira por ali, mas não sair dela… Aí vc pode pegar a estação anterior ou a seguinte…

Infelizmente não achamos a casa da Amy pra prestar nossa homenagem a ela…

Seguimos para o nosso proximo destino: meu almoço de aniversário!!!! YUPIII!!! Viva a Teté!!! Escolhemos o restaurante “Fifteen” que é do chefe Jamie Oliver (que eu assisto sempre no GNT). Esse restaurante é tipo um restaurante-escola e foi cenário do reality show de formação de chefs do Jamie Oliver. Ele fica um pouquinho contramão, mas valeu muito a pena. O almoço foi MARA!!! Comemos o menu de 3 pratos (entrada, mais e sobremesa) e ainda fizemos o esquema do vinho – nesse esquema vc pede duas ou tres taças que são escolhidas pra vc pelo somelier da casa, de acordo com os pratos que vc escolheu, pra harmonizar. O maior barato!

Jamie's Fifteen e Tete's birthday lunch

Mamãe tb arrasou no Fifteen

Seguimos de onibus pra baker street e dessa vez eu dei mancada. Pegamos o onibus certinho, mas tava super cheio e eu achei o caminho estranho… deu medinho e no primeiro ponto em frente a um lugar grande eu desci. Esse lugar grande era nada menos que o hotel Renaissance – chiquerrimo.

Renaiscence

Entramos lá e sentamos no lobby na maior cara de pau pra eu olhar o mapa e comprovar que estavamos no caminho certo. Pegamos o mesmo onibus de novo e fomos para a baker street – museu do Sherlock Holmes.

Museu Sherlock Holmes

No caminho vimos uma batida de um carro num caminhão… essas coisas tb acontecem quando se dirige do lado errado.

O museu é pequenininho, bunitinho e bobinho. Só pra quem tem tempinho e gosta das historinhas de detetive…tem algumas referencias aos casos e tal, mas só isso. Seguimos entao para um passeio pelo Regent’s Park que foi o máximo. O parque super verdinho e florido cheio de gente jogada pela grama, passeanod de barquinho e pedalinho, fazendo pic nic…

Igual à lá de cima...

Passeamos um pouco e antes de voltar paramos num pub pra uma coca e uma cidra – feita com maçãs britanicas segundo o anuncio!

Pegamos o onibus pra voltar pro hotel – foi ótimo pra ver a paisagem. Dessa vez nao teve jantar, só um passeio pelo bairro e cama!

Tomamos café mais uma vez no Paul que virou nosso lugarzinho de café favorito e eu descobri que é uma pequena cadeia de ‘cafés’ por aqui. Em seguida fomos de metro para a St Paul Cathedral – umas das principais igrejas daqui.

St Paul

Fachada da St Paul

. Nesse lugar há igrejas desde 1600 – eu acho – que já pegaram fogo e foram reconstruídas um milhão de vezes. A catedral fica no centro comercial da cidade e como a gte foi no sábado estava bem vazio, mas imagino que fique bem animado nos dias úteis. Pagamos o ingresso – cerca de 14$ e tivemos direito a um Audio Guide – que foi bem legal. Eu nunca pago por essas coisas, mas qdo tá incluído dá uma outra visão do lugar… Passeamos pela nave da Igreja (destaque para a GIGANTESCA pia de batismo e pra cúpula na nave central) e pela cripta (com o tumulo de varias pessoas importantes incluindo o duke de Wellington). A capela OBE estava fechada pq tava rolando um casamento por lá (mas não deu pra ver a noiva 😦 ) então subimos 250 degraus até a sala dos sussurros – parte da cúpula onde é possível ouvir a pessoa sussurrando do outro lado da sala. Eu não ouvi a mamãe, mas ouvi o garotinho que tava ao lado dela. MACABRO!

Vista da St Paul + Tate Modern

A vista lá do alto, o Tate modern e esse céu de verão!!!

Subimos mais 150 degraus (haja coxa!) e fomos pro topo da cúpula de onde dava pra ver uma boa parte da cidade. Na catedral vale tb investir um tempo apreciando a fachada. Lá, como é perto do rio, fica bem friozinho…

St Paul

Nasci pra ser rainha

Depois, houve uma mudança de planos. Em vez de irmos na Tower of London resolvemos atravessar a Millenium Bridge que fica em frente à Catedral.

Millenium Bridge + St Paul Cathedral

Eu feiosa na Millenium Bridge

Do outro lado sequimos para a esquerda e passamos pelo Globe Theatre – reconstrução do teatro original onde Shakespeare ‘trabalhou’ – mas já não podíamos visitar. No verão tem peças cedo e eles interrompem as visitas. Vamos tentar outro dia. Continuamos andando até chegarmos ao Borough Market –o ponto alto do dia! Esse é um mercadão de produtos alimentícios artesanais – tipo queijos, mel, molhos, presuntos, linguiças – cheio de provinhas e barraquinhas mil!

Borough Market

Borough Market bombando

A gte ficou louca pra comprar umas coisas, mas não tinha como trazer pro Rio… :o( Acho que é um passeio que vale mto a pena se for num dia mais quentinho – não sei nem se funciona no inverno… Mas o grande lance é almoçar por lá. Tem 1 milhão de opções – falafel, wrap de camarão, sanduiche de pato, champagne, sucos, paella… – tudo pra você comer ali mesmo, em pé, batendo um papo. Fica LOTADO e as filas pra comprar são bem grandinhas. Optamos por um sanduiche de chorizo (linguiça temperada) com rúcula e pimentão assado. DILIÇA!

Borough Market

Sanduba boladão no Borough Market

Para acompanhar pedi uma cerva tradição no pub em frente. O cara me deu uma cerveja de Essex – encorpada, vermelha e amarga; cerveja de menino. Passeamos mais um pouco e antes de voltar comemos uma tortinha de framboesa dos céus.

Borough Market

Eu - mastigando

Voltamos para a beira do rio (no caso, o Tâmisa, ta?!) e fomos para o Tate Modern – um museu de arte moderna gratuito. Só pelo prédio já vale a visita, mas tá todo mundo la: Rembrandt, Picasso, Matisse, Miró e mais um monte de gente estranha com arte esquisita… Tava rolando uma exposição do Miro – mas a gte tava mto cansada e tinha que pagar… nao rolou dessa vez.

Cruzamos a ponte de volta (friaca… brrrrr) e fomos de ônibus! Pegar os ingressos do teatro. Fomos ver a peça We will Rock You no teatro Dominion que fica no iniciozinho da Oxford Street. Essa rua é tida como uma meca das compras, mas, sinceramente, esse começo não vale a pena não… só tem muquifo. PERO, conseguimos fazer umas compritchas, ne?!
A peça foi MUITO LEGAL! A historia é fraca, o ator principal não tem carisma NENHUM (maior água de salsicha) mas canta pra caramba. O melhor personagem é o velhinho hippie que quase não aparece, mas mesmo assim a peça é o máximo. O teatro – enorme – estava lotado e as pessoas mto animadas com as músicas do queen. Freddie Mercury, seu lindo… Vc é um danado.
Voltamos de metro e resolvemos jantar. Aí não jantamos. Às 11h já tava tudo fechado. Fomos parar num mercado em que eu tive que brigar com o vendedor pra comprar um pão. Surreal. Comemos pão com queijo e presunto no quarto do hotel e só nos restava o sono.
Ah! E aí eu fiquei sabendo que a Amy morreu. Amy, musa dos meus carnavais, deixo aqui minha homenagem a você. Tô torcendo pra que eles tenham birita aí onde vc estiver…

Publicado por: marianammachado | julho 23, 2011

Se isso eh estar mal, pohan…

Bom, pra comecar estou no computador do hotel porque aqui as tomadas sao diferentes. Alias, futuros viajantes: tragam adaptadores!!!!  Entao, nao tenho acentos, nem cedilha!

Ontem, sexta dia 22 acordamos as 9 (as nove – pra minha familia e tipo 12 pros normais…) e ficamos muito felizes com o solzinho!!!! E claro que tivemos que voltar pro hotel pra pegar casaquinhos pq o solzinho era mto mixuruca…

Tomamos cafe num lugar mto legal chamado PAUL pertinho do hotel na gloucester road (baguettes, croisssant etc) e pegamos o metro pra Picadilly Circus. (Não havia onibus da Cromwell St. até lá – então o metro foi a melhor opção)

Picadilly Circus

Eu na Picadilly!

Chegando la fomos pra uma loja chamada  Cool Britannia so de souvenirs tematicos (beatles, bandeiras, familia real, mapa do metro) – fizemos a festa! Fizemos a festa nos indianos tambem hahaha…. Pela praça da Picadilly não tem mta coisa a fazer além de passear pelas lojinhas e tal. Fica bastante cheio e é bem turistico – pro bem e pro mal.

Continuamos andando por ali meio sem rumo e demos sorte de estarmos indo para o lugar certo: chegamos na trafalgar square onde paramos para pegar um sol junto com a galera que nao tem praia e toma sol na praça…Fomos passear pela National Gallery – um museu gratuito com pinturas desde 1200. Fizemos um lanchinho por la antes de seguir viagem: saladinha, sanduichinho e um refri  generico que tinha gosto de pinho sol.

Trafalgar Square + National Gallery

Nós tmabém pegamos solzinho na Trafalgar em frente à National Gallery!

Queriamos ir para a Picadilly de novo, mas erramos o caminho e fomos parar do outro lado da cidade. Por sorte erramos corretamente e acabamos nos achando bem em frente a Convent Garden o nosso proximo destino. Que lugar legal! A mae ADOROU (e eu tb)! Foi bom chegarmos cedo pois tivemos tempo de passear pela piazza e pelas ruas em volta.

Convent Garden

Ruas ao redor de Convent Garden!

Chegando na piazza seguimos uma musica e quando vimos estavamos ouvindo uma cantora de opera. Sentamos, tomamos “uns bom drink” (um vinhozinho rose mto chique) e curtimos a apresentacao.Teve tb um quarteto de cordas tocando vivaldi (sem desafinar, hein, Bega?! e com coreografia!)

Vinho Rose tá na moda na Europa!

Fomos ao teatro pegar os ingressos mas fizxemos um pit stop basico na Godiva! Compramos chocolatinhos pro intervalo da peca. Fomos ver SHRECK e o teatro estava cheio de criancinhas lindas, todas de orelhinha do shreck. O musical e mto legal. Valeu a pena e claro acaba com Smashmouth :o) “cause I`m a believer…” Recomendo pra quem viaja com crianças e pra quem, como a gente, gosta da história.

Jantamos no Tuttons – um italiano basico com vinhozinho.

“E houve boatos de que eu estava na pior. Se isso e ta mal, pohan, o que eh ta bem, ne?!” – Luiza MArilac, patrona da viagem.

ps.: Bia, comprei canetinhas iguais as suas!!!!

Publicado por: marianammachado | julho 22, 2011

Londres Pre-Olimpica

Hj é nosso primeiro dia aqui em Londres. Chegamos às 7 da manha daqui (3am Rio) e logo compramos um Travel Card de 7 dias para onibus e metro – uma boa pedida que custo coisa de 25 pounds e pode ser usado qtas vezes quisermos dentro desse período nas zonas que vc escolheu – no meu caso, zonas 1 e 2. Além de ser uma boa pedida o Oyster Card que eu recebi ainda é comemorativo do casamento Real – vem com Kate e William no dia do noivado: ótima recordação.
Pegamos então o metro (a melhor opção para nos, ja que o Express nos deixaria em Paddington – um pouco longe do hotel) e em 50 minutos estávamos na porta do nosso hotel em Gloucester Road. O nome do Hotel era “Crowne Plaza – Kensington” que ficava na Cromwell Road. Gostamos muito do hotel. Tem wifi gratuito o lobby (no quarto só pagando). Fizemos o check-in e a melhor surpresa foi que o quarto estava liberado, entao pudemos tomar um banho e descansar um pouco.

A foto tá ruim, mas dá pra ter uma idéia do quarto. Gostamos muito!

Qdo foi meio dia saímos e fomos passear pelo bairro em volta do hotel. Andamos até o museu de História Natural (que estava com uma filona) mas não entramos. Queríamos ir para a Sloane Av – rua que tem todas as grifes (cartier, Tiffany, Bulgary etc) mas nos perdemos. O que foi MARAVILHOSO pois descobrimos uma pracinha cheia de restaurantes (bem em frente ao museu) e cafés e padarias super simpáticos. Vamos tomar café por la amanha. Continuamos andando e, ainda meio perdidas, fomos parar numa rua cheia de lojas de noiva !!! Olha aí gutão – o destino mandando um alou hahaha. Mas fica tranquilo que eu nao tive coragem de experimentar nada nao.
Paramos para almoçar no restaurante “The Trafalgar” que tinha um menu fixo de 10 GBP (starter e main course) – eu recomendo: BBB e moderninho. Fomos de sopa de cebola e a mamae de peixe.

Eu pedi um negocio que nao sabia o que era e me veio uma carne de porco boladona, hahaha… Agora já sei: gammon = barriga (?) do porco. O mais legal foi tomar “uns bon drink” com a mamae. Provamos o tal do Pimm’s – que, segundo o anúncio, é a bebida do verão (alias, se isso é verão,pohãn, o que é o inverno?!). Voltando… o Pimms é tipo uma bebida com sprite, frutas, hortelã e pepino (sim, pepino). Bem gostoso, de mulherzinha! (Thais, vou tentar levar uma garrafa pros nossos drinks!)


Chegamos enfim ao nosso destino: a Kings Road – que tem umas lojinhas mais humildes – algumas marcas conhecidas e outras locais. E foi um passeio bem legal. O clima aqui, apesar de estar friozinho, ta legal – as pessoas tão comendo na rua, passeando… O unico problema foi a chuva de fim de tarde que nos forçou a comprar uns guarda-chuvas dignos do Saara de uns indianos…

Nosso “oyster card Real” é um MUST pois vale tb para os onibus double deckers – que nunca haviamos utilizado e que estreamos hj! Onibus demora mais, mas é mais legal que metro pq a gte “vai vendo as modas” (como diria vovó). Já eram 19h e as lojas estavam fechando. Seguimos entao para a Harrod’s, que no verao fica aberta até as 21h.


Na harrods passeamos bastante e compramos apenas algumas lembrancinhas. Eu destaco a escada rolante egípcia (ppt se vc tiver coragem de tirar uma foto walking like an egyptian – q a mamae nao quis tirar de mim) e a parte de comida – doces, padaria, chocolates… Acho legal tb a parte da Harrods Arcade – com memorabilia da loja – desde biscoitos a bolsas, passando por canetas, aventais de cozinha, chocolates, enfeites de natal… Enfim, tudo com o ursinho fofo mascote da marca.

Estavamos muito cansadas, entao sentamos para jantar num restaurante já pertinho do hotel chamado “WildWood” – um italiano bem gostoso. Mamae comeu espageti com camaroes e eu fui de rigatoni com abobrinhas e espinafre. O meu tava mto apimentado, entao a mamae ganhou.

Meu prato no Wild Wood

Voltamos ao quarto correndo para comer as sobremesas compradas na patisserie da Harrod’s e qdo cheguei no quarto uma surpresa fofa: O hotel deixou um pratinho de fruta para nós com uma mensagem de feliz aniversario pra mim. É tão facil fazer o hospede se sentir especial….

Simpatia é quase amor!

Pois é. Faz muito tempo, mas muito tempo mesmo que nao atualizo o blog. E mais de um ano que fiz essa viagem, então quase nao me lembro mais dos detalhes – o que é uma pena já que a ideia inicial do site era colocar minhas memórias. Mas aqui vamos nós – memórias escassas também são memórias!

Enfim, esse foi o dia dos museus e das compras… por que nada melhor do que misturar o sublime com o profano, não é mesmo?! Tudo começou com um café da manhã meio assim-assim (ainda não haviamos descoberto nossa incrível padaria de estimação) e fomos num daqueles cafés espalhados pelas ruas de Buenos Aires. E uma volta inesperada para o apartamento – o tempo virou e bateu um friozinho… voltei pra trocar de roupa. hehehe… odeio sentir frio!

Problemas de moda resolvidos, seguimos para um passeio a pé pela recoleta em direção ao Museu Nacional de Belas Artes. No caminho paramos na praça para algumas fotos e visitamos a Basílica Nuestra Señora del Pilar para uma oração express. Essa igreja é muito fofa e tem um clima meio barroco.

Nossa Senhora do Pilar e a pracinha.

Ela fica na porta do cemitério da Recoleta que resolvemos não visitar dessa vez – uma vez só tá bom né?! mas aproveitamos a praça um bocadinho.

Essa arvore cresce pros lados e pros galhos nao caírem eles colocam esses suportes.

No sábado e no domingo tem uma feira de artesanato na praça onde se pode comprar umas lembrancinhas. Outras compritchas podem ser feitas no shopping Buenos Aires Design – fica tudo ali em volta da praça. Uma lojinha que eu adorei no shopping e que tem possibilidades de lembrancinhas é a “MORPH“, com vários itens bacanas para enfeitar a sua casinha…

Da praça saímos para o Museu de Belas Artes de Buenos Aires e aqui preciso fazer uma confissão: por já ter viajado bastante e ido a alguns muitos museus de belas artes eu subestimei o acervo do museu de Buenos Aires. Fui fazer a visita sem grandes expectativas e tive uma agradável surpresa. O museu tem um acervo tão impressionante quanto qualquer dos outros renomados que eu ja fui. Vale muito a visita! Me impressionou também a quantidade de jovens argentinos que ali estavam, não havia apenas turistas!

Depois desse passeio seguimos pra Floralis Generica – um monumento muito bonito que fica ali pertinho. Cada vez que se viaja a BsAs a grande flor de metal está em uma posiçao diferente. O reflexo dela na água também vale ser observado.  A flor fica num grande gramado e vale a pena aproveitar o fresquinho e meditar um pouco. Mas cuidado com os mosquitos! eles me devoraram pro ali…

 

Depois de um tempinho apreciando a paisagem, continuamos caminhando pela Av Libertador em direção ao Museo Nacional de Arte Decorativo que além de ficar num prédio lindo na Av. del Libertador na parte mais “residencial” de palermo tem um charmoso café e uma coleção que inclui de armas a porcelanas. Chegar até ali já  é um passeio a pé bonito pois as casas e consulados que ficam por ali impressionam, mas infelizmente o museu estava fechado para obras. Virou motivo para uma proxima ida a BsAs, hehehe….

Seguimos então para o MALBA – o Museu de arte Latino americana. Estava tendo uma exposição do Andy Warhol que foi ótima. O Malba á umm museu que não se pode deixar de visitar. A boa noticia é que a entrada é barata (22 pesos) e na quarta-feira fica mais barata ainda: apenas 10 pesos! (e se vc for estudante entra de graça nas quartas). Baratinho, ne?!

Bom, depois de tantas atividades culturais (e de uma caminhada considerável) resolvemos ir almoçar em palermo soho e aproveitar e ver umas vitrines. Pegamos um taxi e fomos para a Plaza Julio Cortázar, que é mais ou menos o coração de Palermo Soho. Lá é uma delicia e tem alguns restaurantes ao redor da praça onde várias pessoas sentam pra tomar uma cerveja e bater um papo. E foi exatamente o que fizemos. Experimentamos a cerveja Iguana, alias, que é bem levinha – ótima pra acompanhar a refeição porque nao pesa no estômago.

Foi uma tarde engraçada porque só o Augusto fez compras!!!! Dá pra acreditar? Saí de lá super frustrada sem nenhuma sacolinha… fiquei arrasada, hahaha! Mas o guto ficou bem felizinho. Olha ele aí:

 

 

Publicado por: marianammachado | julho 14, 2010

Fim de noite – jantarzinho!

Depois de bater perna o dia inteiro e de estarmos cheios de sacolas, nós voltamos para o apartamento e descansamos um pouco. O plano era sair pra jantar mais tarde… mas queríamos sair do entorno do cemitério e procurar uma coisa um pouquinho diferente.

Pesquisamos um pouquinho e um dos restaurantes que nos haviam recomendado era o Buenos Aires Grill. Quem nos recomendou o restaurante falou que lá tinha uma carne muito boa. Então lá fomos nós esperando uma parrilla tradicional, sem grandes expectativas. O restaurante fica na Av. Santa Fé, 1876.

Quando chegamos nos surpreendemos. O restaurante, apesar de ser especializada no típico churrasco argentino, não é nem um pouco parecido com as parrillas, é bem moderno e bonito, com uma decoração aconchegante, porém um pouco mais moderna . Frequentado por casais jovens, inclusive…

Entrada do Buenos Aires Grill

E além do ambiente, a comida é Deliciosa – tão boa que esquecemos de tirar fotos! hahaha… Só lembramos da foto na hora da sobremesa e o Guto, que não é bobo nem nada, continuou investindo no famoso “flan con dulce“. Alias, a gente tem uma série de fotos de flans com dulce de toda a cidade, hehehe… Esse estava realmente mto bom – flan geladinho com dulce quentinho é a melhor combinação! Olha ele aí :

Eu e Guto em jantarzinho romântico. Adoramos o lugar!

Detalhe da decoração do Buenos Aires Grill (foto meio ruim….)

Aí voltamos pro hotel para descansar pro dia seguinte…

Publicado por: marianammachado | julho 14, 2010

Dia de Centro – compras compritchas e comprões!

Terça-feira havíamos programado uma visita ao centrão de Buenos Aires. Da última vez que fomos à Calle Florida e companhia eu não tinha gostado muito não. Então já fui com a expectativa de ter um bom dia lá em baixo… e não é que me surpreendi?! Consegui fazer algumas várias compritchas… e alguns comprões!

Dessa vez começamos pelo eixo Florida e fomos até a Galeria Pacífico onde passamos um pouco mais de tempo – muito em função do ar condicionado e do banheiro, hehehe!

Aproveitamos mais uma vez um alfajorcito e um sorvetinho da Abuela Goya, uma das minha marcas favoritas e que tem uma enorme loja no subsolo da galeria (compritcha!) . O shopping ainda tinha a decoração de natal e eu consegui tirar essa foto horrorosa aqui ó…

Tá não tive coragem de colocar a foto horrorosa...

Mas o que procurávamos mesmo por lá era o Centro Cultural Borges, que fica no último andar do prédio. É um passeio baratinho e muito legal para quem gosta de arte.  Quando fomos, vimos uma exposição de fotografias e de pinturas abstratas (é claro que eu não me lembro o nome dos autores…).No entanto, uma das coisas mais legais de lá é o espaço aberto que fica sob a claraboia do edifício. Lá pode-se sentar, descansar, comer um lanchinho e, principalmente, apreciar a arquitetura da s Galerías Pacífico de um ângulo diferente. Check it out!

Eu descansando no solzinho.

O Teto da Galeria. O lugar que eu estou sentanda na outra foto fica bem embaixo da claraboia.

Você pode chegar ao centro cultural por dentro da Galería Pacífico (uma entrada bem escondida) , ou por fora, pelas ruas San Martín e Viamonte e a entrada é coisa de 15 pesos (o adulto). A programação está sempre no site

Guto curtindo a arquitetura da Galeria.

Saindo da Pacífico continuamos passeando pelo comércio – estávamos pesquisando preços de tenis de corrida e de passeio e de brinquedos para os meus sobrinhos. Para os tennis fomos em várias lojas por lá, mas uma das maiores multimarcas de calçados e equipamentos esportivos  é a rede Dexter Shops– encontramos bons preços e saímos com alguns pares (isso mesmo, no plural… hehehe! Comprão!). Para os brinquedos também ficamos com uma grande rede – a “El mundo del juguete“. Não encontramos nada tradicionalmente argentino nessas lojas, mas sim boas pechinchas. (comprei uma bateria de Wii genérica pro meu sobrinho – comprão! – bem dificicil de carregar, inclusive). Só fiquei decepcionada porque os portenhos não jogam futebol de botão!!!! Como asssimm?! Vício do meu sobrinho, queria muito comprar uns botões argentinos pra ele… :o(

Continuamos passeando por lá e, estávamos à procura de uma loja muito famosa entre os brasileiros – a Falabella. Outra grande rede que encontramos por lá que segue uma linha de grande magazine mais popular.  Na última viagem o namorado já tinha feito a festa comprando camisetas por lá. Então fomos procurando pelo mesmo endereço : Florida 242. Lá o Augusto comprou mais uma vez uma série de camisetas a coisa de 10 reais cada. Uma pechincha…

Mas a nossa maior surpresa foi descobrir que a Falabella tem outras duas lojas ainda maiores na própria Calle Florida. Na primeira loja você encontra alguns equipamentos eletrônicos e roupas esportivas (parece que a brasileirada vai lá procurando aixos preços da marca Everlast – como desconheço a marca, não me preocupei muito com ela não…). Na seguinte você encontra produtos para a casa/decoração (tipo itens  de cama-mesa-e-banho) e uma delicatessen com coisas bem sofisticadas ! Aí sim compramos produtos tipicamente argentinos – vinhos com bons preços, pastinhas, patês, chás, biscoitos… um monte de coisa! hehehehe… (compritchas!). A última Falabella é uma grande loja de departamento bastante sofisticada – perfumes, maquiagem, jóias, bolsas, sapatos, roupas femininas… acho que são dois ou tres andares de loja. Eu investi num guarda-chuva super legal pois estavamos cansados já. (mais compritcha!).

Achar essas lojas fez o passeio pelo centro mais legal – não só pelo preço, mas porque saímos um pouco das lojas de bugingangas e de couro – alias, as roupas de couro têm um preço bom por lá, mas eu gostei mais das coisas que vi de marcas argentinas mais famosinhas… as daquelas lojas “especializadas” em couro tendem ao cafona, honestamente, e é  difícil (porém possível, claro)  achar algo que bacanudo por elas.

Depois de todas essas sacolas seguimos ao obelisco – onde tiramos foto dos três reis magos. Na argentina a tradição não é dar presentes de natal no dia 25/12, mas sim em 06/01 – dia de reis (faz sentido, ne!?) e a cidade estava enfeitada e cheia de reis magos espalhados pelas ruas. Aliás, vocês sabem os nomes dos rei magos e os presente que eles deram? Resposta depois da foto, hehehe…

Em frente ao obelisco, os três reis magos - o Baltazar tava bem cochilando, mas acordou na hora da foto...

Os tres reis magos são Melgior, Baltazar e Gaspar e eles deram ouro, incenso e mirra de presente! #trivia

Paramos para almoçar em uma das lojas da cadeia Il Gatto – e a comida estava bem gostosa. Fui de salmão grelhado e saladinha e o namorado foi de espageti com frutos do mar. Bem barato e bem bonitinho – vale a pena para uma refeição despretenciosa. É legal também que eles oferecem um menu de baixas calorias – ótimo para quem quer evitar as tradicionais  papas fritas.

Almoço light no Il Gatto

Enfim, não tenho muitas fotos desse dia, não, mas foi uma experiência BEM melhor que a anterior. E eu tava querendo saber: Como foi a experiência de vocês no centro de Buenos Aires? Alguma outra dica?

Ah! E no próximo post eu escrevo sobre a devolução de taxa das coisas que você compra por lá.

Publicado por: marianammachado | julho 4, 2010

Um dia em Colonia del Sacramento


Apesar da noite mal dormida e do fim do dia estressante por causa da falta de luz, a viagem a Colonia del Sacramento foi um dos pontos altos da viagem.

Na hora de planejar nossa semaninha por lá eu havia visto em vários outros blogs e tinha me apaixonado pelas fotos da cidadezinha colonial do Uruguai, que tanto lembra a tupiniquim Parati.

Para ir a Colonia é preciso cruzar o Rio da Prata e, portanto, passar da Argentina para o Uruguai e portanto é preciso passar por alfandega, imigração e tal. Para cruzar o rio existem duas companhias : a Buquebus e a Colonia Express. Nós optamos pelo daytour da Colonia Express pois queríamos passar apenas um dia por lá. A colonia Express oferece vários tipos de daytour: o promocional (que foi o que fizemos) – ida e volta com visita guiada; o classic e o premium – que oferecem também almoço (em diferentes restaurantes, daí a diferença de preços); entre outros. Nesses a viagem de barco é a mais curta possível – cerca de uma hora – mas existem pacotes que destacam a parte navegada do passeio, com almoço no barco e tal.

Ah! E comprando pelo site do Colonia Express os passeios de Segunda a quarta saem ainda mais baratos

Eu e Augusto ficamos muito satisfeitos com nossa escolha. Foi barato e um dia foi mais que suficiente. Não vimos necessidade em passar a noite por lá já que em um dia deu pra conhecer toda a parte histórica e ainda aproveitar um pouco do clima da cidade sentando num restaurante ou num banquinho à sombra vendo a vida passar.

Nós saímos do quarto bem cedo. Nosso barco saía as 8h mas tínhamos que chegar ao porto às 7h por causa da parte da imigração (não esqueça seu passaporte e/ou identidade, hein?!). Deu tudo certo e, mesmo com o cansaço absoluto e transparente, embarcamos para o Uruguai. Olha eu aí no barquinho:

A travessia leva mais ou menos uma hora e é bem tranquila (não sacode muito não). Chegando lá nos juntamos com o grupo e fomos fazer a visita guiada à cidade. Foi bem legal, demorou cerca de 1 hora ou 1:30 e deu pra ter uma noção da história e de como a cidade era. Depois do tour ficamos livres para tirar fotos e passear a vontade.

Colonia é uma cidadezinha fundada pelos portugueses no início do século XVII,  uma das últimas que mantém a charmosa e bucólica arquitetura colonial original (com calçamento de pedra e tudo mais). Ela tem uns pontos bem charmosos como a entrada fortificada.

Ou o farol (onde é possível subir).

Mas o mais gostoso de colonia mesmo são as ruazinhas, as esquinas sem nome que têm sempre um restaurante de portas abertas.

Estava calor, então não resistimos e fomos molhar o dedinho na beira do rio, mas é bem verdade que vimos duas pessoas mergulhando por lá…

A fome começou a chegar e escolhemos um restaurante que achamos simpático por ali. Até ohamos o El drugstore, o mais famoso da região, com a mesa dentro de um carro antigo (aliás, há varios carros antigões enfeitando a cidade) –  mas o cardápio não agradou muito e resolvemos partir pra outra…

Paramos para almoçar e o cansaço bateu, então ficamos na praça descansando um pouquinho, tomando uma Patrícia (a famosa cerveja uruguaia) e vendo a vida passar. Delícia poder ter tempo pra isso de vez em quando, não?!

No fim da tarde voltamos para Buenos Aires de alma lavada.

Publicado por: marianammachado | junho 19, 2010

O problema da luz

Nessa viagem, infelizmente, tivemos um problema realtivamente grave em relação ao apartamento. Foi resolvido da melhor maneira possivel, mas foi tão cansativo que merece um post próprio.

A noite de domingo para segunda foi muito tensa. Acordei no meio da madrugada e percebi que o apartamento estava sem luz. Olhando pela porta, vi que era apenas o nosso que apto que estava com problemas… como era o meio da noite resolvemos deixar o problema para resolvermos no dia seguinte. Na manhã de segunda-feira descemos e conversamos com o porteiro do apart hotel em que alugavamos um apto.

É importante comentar que não alugamos o quarto do hotel (o Apart Recoleta ), mas o apto de uma pessoa através da ByTArgentina, então não tínhamos relação comercial nenhuma com o hotel, inclusive a decoração do quarto era bacana e o quarto estava bastante limpo (o que por uma pesquisa posterior descobrimos que não é comun no prédio)

Enfim, acordamos e fomos falar com o porteiro sobre o problema. Ele verificou a caixa de luz e percebeu que o fusível estava queimado e precisaríamos trocar (o tampon, com dizem por lá) e que o funcionário da manutenção do prédio faria isso durante o dia. Explicamos que não poderíamos ficar no apto aguardando pois havíamos passagens compradas para uma visita a Colonia del Sacramento e que só estaríamos de volta no fim do dia… isso tudo com nosso incrível portunhol. “Sentimos firmeza” no rapaz e partimos para o nosso passeio sem contactar a empresa (ByTArgentina) ou o nosso locatário.

A viagem a Colonia é imperdivel e fica pra um post mais animado e menos reclamão.

Qual não foi nossa surpresa quando chegamos a noite no apto e nada havia sido feito. Gentilmente descemos e perguntamos se o conserto nao havia sido feito e porque não. A mulher (mal-amada, diga-se de passagem) nos respondeu rudemente que não havia nada anotado no livro de reclamações e que por isso nada havia sido feito. E ainda, com um tom irônico, disse que nem se o funcionario quisesse ele poderia ter trocado o fusível, afinal de onde ele tiraria um fusível? (quer que eu responda?) . Primeiro, a grosseria foi desnecessária, segundo, qualquer eletricista tem um milão de fusiveis no bolso…

Irritados e nervosos, com tudo o que estava na geladeira perdido, com o dia escurecendo, ligamos para a empresa, explicamos a situação. Eles foram bastante atenciosos e nos deram o telefone dos locatários. O responsável pelo apto chegou em meia hora com um lindo fusível em mãos, mas foi PROIBIDO pela administração do prédio de entrar e fazer a troca (afinal de contas, só o funcionario da manutenção do prédio – que era tb o faxineiro- poderia faze-lo).  CERTEZA que o porteiro da manha teria sido mais tranquilo, mas a mulherzinha (muitos xingamentos contidos no pensamento) não deixou. FOI TENSO! O senhor responsável pelo apartamento foi muito gentil e atencioso e conseguiu que nós passassemos a noite num outro apto no mesmo prédio (esse outro apto mais uma vez não tinha nada a ver com o apart hotel). Foi uma solução razoavel, e no dia seguinte ele voltou e, junto ao incrível e imprescindivel funcionário da manutenção, trocou o fusível.

Enfim, um fusível queimado pode acontecer com qualquer um. Se nós tivessemos contactado o responsável pelo apto imediatamente teríamos conseguido resolver o problema antes. Mas como saímos no inicio da manhã e voltamos no fim da tarde, não tivemos essa possibilidade. A ByTArgentina não se ausentou da situação (foram gentis, pediram desculpas, entraram em contato  com o locatário, e nos deram um descontinho no taxi pro aeroporto – só pra constar), mas quem resolveu mesmo foi o Sr Carlos. Acho que tudo teria sido mais fácil tb se o apart hotel no qual o apartamento se encontra não tivesse sido tão irresponsável e intransigente…

Balanço final: problemas acontecem, a ByTArgentina e os Locatários fizeram o melhor possível e continuo recomendando a empresa, mas se vc não for alugar um apto e estiver ecolhendo um apart hotel nunca se hospede no Apart Recoleta. O serviço e atendimento de lá é péssimo. E não sou só eu quem estou dizendo não… olha os comentários do Trip Advisor

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