Publicado por: marianammachado | novembro 15, 2012

É como ir a roma e nao ver o papa – roteiro de um dia no vaticano

Terça foi dia de ir ao Vaticano e não ver o papa… Isso pq a benção do papa e dada as quartas e domingos, dias em que as filas aumentam consideravelmente.

Para evitar filas, alias, recomendamos a compra antecipada dos ingressos do museudovaticano pela internet, com hora marcada. Mas pela nossa experiência esse horário não e tão pontual assim (ja q chegamos atrasados e nao tivemos problema algum).

Para ir ao vaticano (basílica e museu) pegamos o metro linha A e descemos na estacao Ottaviano. Sao de 5 a 10 minutos de caminhada ate os ptos de interesse. Chegando ao museu do Vaticano vimos um bilhete q dizia q a capela sistina fecharia as 13h. Eram apenas 10:30 mas resolvemos ir la direto pra nao perdermos o famoso dedinho… Andar rápido pelo museu e quase uma missão impossível devido aos inúmeros grupos seguindo bandeirinhas de diversas cores… Hordas de orientais; hordas de adolescentes; hordas de idosos… Mas chegamos. Vi vidi venci! E é realmente de tirar o folego. Confesso q o painel do juízo final Foi pra mim mais interessante q o teto, mas deixa quieto.

Depois de Michelangelo continuamos a ver outras alas do museu.

Saimos e fomos a basílica de são Pedro onde enfrentamos uma pequena fila – apenas em função da revista. Vimos a basílica com calma e saímos para almoçar.

Fomos em direção a um restaurante indicado pelo trip advisor – o restochico que fica na rua Pio Borgo, no borgo, bairro medieval q cerca o vaticano. O passeio pelas pequenas ruelas vale a pena. E nelas vc encontra baratíssimos souvenirs religiosos iguais aos comprados pelas lojas q cercam o Vaticano. Compramos alguns dentro do vaticano e outros fora. Vale mto mais a pena. O restaurante não foi barato mas valeu cada centavo. O engraçado é q aqui entendemos a expressão “comer igual padre”; só tinha padre dentro do restaurante!!!

De la, pegamos um ônibus para voltar ao hotel e descansar um pouco. Pegamos o 40 express. Para pegar ônibus em Roma é preciso comprar o ticket em uma maquina q fica perto dos pontos (dinheiro trocado é bom pois o troco máximo e de seis euros) e validar o ticket qdo vc entra no transporte. Vc tem uma hora e meia para usa-lo a partir da compra (se não me engano).

Descansamos um pouco e nos arrumamos para jantar. Fomos a mais uma indicação do trip advisor: o La Pentolacia (via flavia, 38). Super tradicional, o lugar é frequentado pro famílias italianas e tem um publico mais velho. Não é pra ver e ser visto, mas a massa é muito boa. Mais uma refeição de comer igual padre😉 e mais um garrafa de vinho.

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Publicado por: marianammachado | novembro 12, 2012

In Rome with so much love!

Passar a lua de mel numa cidade como Roma, so nos deixa mais romaticos e apaixonados. Ver um pedido de casamento em plena Fontana di Trevi é então amor puro!

Hoje nosso dia começou tarde. Não acordamos quando o Edwig (que nao é nada Ingles, como eu havia imaginado) bateu na nossa porta pra trazer o cafe da manha. Ficamos entao com as coisinhas que haviam deixado de antemão no quarto.

Saimos em direção ao Centro Storico e claro, nos perdemos. Mas foi uma perdida proveitosa pois vimos a Chiesa di Santa Suzanna – que ~e lindona – e achamos a loja da Vodafone, onde compramos o chip da internet (20 euros) e agora estamos para sempre conectados! weee!

Ainda nessa linha sem rumo, fomos para na Piazza della Republica, onde visitamos a Basilica Santa Maria degli Angeli. Uma bonita e enorme igreja. Descemos pela Via Nazionale, onde compramos uma cerveja Peroni para experimentar a cerveja local – uma boa bosta.. hehehe…igual a todas as outras. Continuamos até a via delle quattro fontaine, onde vimos as quatro fontes, mas nao enchemos nossa garrafinha. Enchemos em outras fontes menos turisticas ja que a agua por aqui ~e totalmente potavel (a nao ser que haja uma placa dizendo non-potabile).

Continuamos descendo essa rua e chegamos na fontana del tritone, que é meio caida… nao vale a visita. Viramos a esquerda e fomos em direção à Fontana di Trevi, onde fomos recepcionados por varios indianos vendendo fotografias (algumas horas depois vendiam brinquedos luminosos, e mais a noite quando os casais surgem, flores… um interessante case de marketing ).

Obviamente eu joguei uma moedinha na fontana. Diz a lenda, que uma moedinha faz vc voltar, duas saouma paixão italina e a terceira garante casamento… como estou bem nesse quesito fiquei só na primeira.

Ja estavamos com fominha e resolvemos comer uma pizzazinha so pra fazer um lanche… mas foi ERRO! Era enorme o pedaço e acabou sendo nosso almoço. Ao lado da pizza, havia uma lojinha de queijose presuntos bem pequenininha, quase em frente à fonte. La, vaaaarios executivos almocavam sanduiches montados ali na frente do balcao. Muito mais interessante. Euainda levei uma bronquinha de um taliano que me mandou comer mais devagar… hahaha… foi engra~cado. Eles aqui ODEIAM a ideia de fast food.

Indo em dire~cao ao pante”ao passamos pela piazza di pietra, que temo templo adriano. Tiramos fotos.

Chegamos finalmente ao Panteão (Pantheon – do grego pan – todos e theon – deuses). Ê realmente impressionante. Ele fica napiazza de la rotonda e quando vc entra, vc se sente minusculo perto daquela aboboda gigante. Vale descansar um pouquinho nos bancos, ja que ali virou uma Igreja católca.

No caminho para a piazza Navonnapassamos pela Chiesa San Luigi dei Francesi, onde vimos impressionantes obras de Caravaggio. Vale a visita. O trabalho do homem è impressionante.

Finalmente chegamos à Piazza Navonna onde vimos as famosas fontes e o lindo predio da embaixada brasileira. Eu enlouqueci com uma lojinha de papeis e artigos de couro feitos artesanalmente chamada Manufactus. Eu comprei um lindo album para as fotos de roma por 35 euros. Minhas fotos ser”ao guardadas em grande estilo. Tomamos um gelato de Amarena (cerejas). A piazza ~e cercada de restaurantes, mas eles são super turîsticos e um pouco caros. Recomendo andar nas ruas que cercam a praça, para uma escolha mais acertada.

Seguimos em direção à Chiesa del Gesu – e passamos por outras igrejas e fontes e monumentos – porque roma é assim: cada esquina uma surpresa. A Chiesa del Gesu e super bonitona e tem a Capella de Sant’Ignazio que vale a pena a visita, mas depois de um dia de igrejas impressionantes e monumentos surpreendentes ela ficou meio pro fim da fila.

Perto dessa Igreja fica o Largo di Otrre Argentina, onde estão algumas escavações interessantes. Seguimos dali em direção ao Campo de Fiori – De dia vende-se flores, de noite é uma badalada praça com restaurantes e bares. Jã esta um tanto quanto turistico, com garcons lutando por voce… Mas a ruazinhas em volta da praça podem trazer boas surpresas. Nos fomos ao “Osteria Del Gallo”, um restaurante que fca escondidinho, numa ruela que nao sei o nome. Foi tudo muito bom, e não tão caro – eles oferecem inclusive massa sem gluten…

Voltamos ape ao nosso hotel. Paramos para comprar um vinhozinho e que bela surpresa: o vendedor nos idicou um de 7 euros de uma uva que so da em dois meses no ano – o vinho novello. Um vinho jovem e fresco que combina bem com queijos e presuntos vendidos por aqui (ok, nao entendo nada de vinho, mas esse eh bonzão e tudo que eu queria era um queijinho pra acompanhar.

Agora, estamos organizando as coisas pra amanha: Vaticano,la vamos nos…

 

ps.: em breve acrescentarei algumas fotos ao post.

 

 

 

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Publicado por: marianammachado | junho 9, 2012

Go West, Go Key West!!!

Não sabíamos muito bem que passeios escolher na nossa curta viagem, mas definitivamente queríamos conhecer Key West!

Key West é o ponto dos EUA mais perto de Cuba. Uma cidadezinha à beira mar encantadora que conquistou Hemingway e ainda guarda o seu charme de vila.

A viagem de miami à Key West é um pouco longa – cerca de 4 horas de estrada. Pegamos um ônibus turistico que fazia o passeio de um dia. Acredito que dormir uma noite em um dos charmosos bed&breakfast da cidade seja o tempo ideal para aproveitar tudo com calma, mas se vc não tem esse tempo o bate-volta, apesar de cansativo, vale à pena, na minha opinião.

No nosso caso não escolhemos muito a empresa de ônibus que nos levou, fomos pelo o que o hotel sugeriu. Mas as ruas de South Beach são repletas de pequenas agências oferecendo os mais diversos passeios, incluive o de um dia em Key West. Os preços são semelhantes mas a possibilidade de negociação é infinita!

A viagem de ida é linda, passando pela US-1, passando pela famosa série de pontes que ligam as ilhas da região de Flórida Keys.

Chegando em Key West trocamos de roupa (biquinis e saída de praia) e passeamos pela avenida principal. Estava tendo uma ‘feira do orgulho gay’ na rua principal. Key West é uma cidade com uma comunidade GLBT bastante grande que convive com uma comunidade de motoqueiros de jaqueta de couro tb bastante grande. Apesar de parecer contrastante (por causa dos nossos próprios preconceitos e estereótipos, obviamente) em Key West essa mistura faz muito sentido.

A cidade é toda muito animada, ensolarada e cheia de energia. Fizemos algumas compras (bons descontos!!!), tomamos um refresco e quando chegamos ao final da avenida resolvemos que queríamos ir à uma praia mais bacana. Um cara de rickshaw (aquelas bicicletinhas que levam turistas) nos convenceu a nos levar a uma praia incrível: o problema é que a praia era do outro lado da cidade dentro de uma reserva. Estava demorando mto pra chegar e nós nao ficamos mto felizes com o preço e a distancia do lugar. Não sabíamos nem como fazer pra sair dali. Mas, tudo tem um jeito, e o único bar da praia tem contato de  taxis.  Ficamos meio tensas de estar longe, e a praia nem era tão boa assim… (fala sério, comparando com nossas praias do nordeste e Rio a praia deles é muito sem graça…) então resolvemos voltar pra cidade.

Passamos pelo famoso Sloppy Joe’s – um bar bastante tradicional na cidade, com motoqueiros, música ao vivo e até um casamento (alias, vimos varios casamentos pela cidade) mas o menu mais pesado não combinava com o calor. Então escolhemos um outro restaurante charmosinho pra comer e ficamos passeando mais um pouco pela cidade até a hora de ir embora.

Realmente não fizemos muitos programas na cidade pois ficamos apenas um dia, mas valeu muito à pena

!

 

E esse foi nosso último dia na ensolarada Miami. No dia do voo acordamos, arrumamos as malas e fomos almoçar no Bubba Gump Shrimp & Co – uma rede de restaurantes baseada no filme Forrest Gump. Um must go pra mim quando estou nos EUA! Adoro as referencias ao filme, sempre compro merchandising da rede (dessa vez raquetes de ping-pong) e acho o menu baseado em frutos do mar delicioso!

 

Publicado por: marianammachado | junho 8, 2012

Outlets em Miami – Day 3.

Numa viagem à Miami, o centro mundial das compras, não poderíamos deixar de ir a um Outlet Mall.

Existe uma série de outlets em Miami. Ficamos na dúvida entre o Dolphin Mall e o Sawgrass mils. Escolhemos o sawgrass mills pois comparamos a lista de lojas  dos dois e vimos que ele tinha mais opções que nos interessavam.

Ir a um outlet é uma aventura pra quem gosta de compras. O sawgrass é um shopping center que tem uma grande parte fechada (com ar condicionado) e uma parte aberta, que é mais agradável, mas que concentra as lojas mais caras.

Ir e voltar de um outlet costuma ser simples pois existem milhões de empresas turísticas que se encarregam de te levar e trazer de volta em determinados horários. Não me lembro a empresa que contratamos, mas ela também não foi nada especial, não vale a lembrança…

Um dos segredos de todos os outlets é que você consegue nos sites cupons extra de descontos para uma grande variedade de lojas. Vale a pena fazer esse pequeno planejamento antes de viajar e levar alguns cupons já impressos e economizar ainda mais!!!

No mall, nós almoçamos no Cheesecake factory – um restaurante que eu sempre recomendo… Não só pela sobremesa divina, mas por tudo que já comi lá… sempre muito bom!

Penny? Penny? Penny?

Lunch @ The Cheesecake Factory – Penny? Penny? Penny?

Cheesecake @ The Cheesecake Factory

Cheesecake @ The Cheesecake Factory

Voltamos exaustas ao hotel. Depois de um dia de outlet não adianta querer fazer nada… A gente jantou por perto do hotel e ponto final! Aqui o resultado da nossa breve aventura de compras:

Trauma pós-outlet

Trauma pós-outlet

Publicado por: marianammachado | junho 7, 2012

Segundo dia em miami beach – city tour e praia

Hj foi o dia de conhecer a cidade. Em td qto é lugar tem gente vendendo passeios, incluindo um city tour com passeio de barco ( alguns bem duvidosos). Nos escolhemos o passeio mais turístico da historia do turismo: o hop-on hop-off. Um ônibus de dois andares que faz dois percursos: um por south beach e outro pela cidade com 20 ptos q vc pode subir e descer a vontade (38 dólares por pessoa). Na minha opinião e um
Ótimo jeito de conhecer a cidade. O único problema foi o sol- estamos assadas!!!!

Pegamos o ônibus na ocean drive com a 10th street e passeamos pela south beach toda com uma guia explicando a peculiaridade de cada prédio. Mto bacana. Descemos em bayside onde pegamos outro ônibus para fazer o percurso da cidade. Descemos em Coconut groove onde passeamos por 2 shoppings pequenos: o coco walk e o streets of mayfair, mas nao compramos nada. Passamos tb pela venetian pool – uma piscina publica de Água natural ( sem cloro ou sal ). Custa 11 dólares para nadar.

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Voltamos para o onibus e paramos em little havana para almoçar. E foi ótimo! Fomos no restaurante El Cristo – indicação do guia. Comemos ceviche, yucca frita (aipim) e tostones releños – uma empadinha com massa de banana da terra verde recheada com carne – e limonada. Delicia! Compramos charutos tb!ssamos pela miracle mile (mas dessa vez nao descemos) e pela merrick house – uma mansão com belos jardi


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Voltamos ao ônibus e terminamos nosso passeio perto do hotel. Aproveitamos o sol e fomos a praia, seguida de um hagen daaz.IMG_0110

Terminamos o dia na Lincoln road onde paramos para ver um pouco do jogo de basquete ( eliminatória entre Miami heat e Boston Celtics – ganhamos! Go heat!) Jantamos no restaurante aura e dessa vez nao turistamos… Ate ganhamos duas sangrias! Comemos um prato de lagosta com linguini q estava mto bom! Recomendo…

Publicado por: marianammachado | junho 6, 2012

Miami beach- a viagem do vestido de noiva

Pra começar preciso explicar o motivo dessa viagem tao curta: meu vestido de noiva! Sim eu comprei meu vestido pela internet e vim a Miami para busca-lo. E aproveitei para passear um pouquinho, claro.

Bom chegamos logo cedo E viemos de taxi direto para o hotel.

Vc pode pegar um shutle do aeroporto para o hotel que é coisa de 20 Us$ por pessoa. O taxi para eu e mamae deu 35 . (tarifa fixa)

Chegamos ao nosso hotel o Winter haven na Ocean drive. O hotel que tem arquitetura deco ( como os outros predios da orla) tem também decoração no estilo, inclusive no quarto q é ótimo.

Fizemos um early check in ( facilitado pela baixa temporada) e descobrimos q nesse hotel ha uma taxa de 10 dolares por dia/por quarto q cobre cafe da manha( simples mas honesto) wifi e um lanchinho ao longo do dia – alem de garrafas de água a vontade. Nao ha frigobar no quarto.

Saímos para passear pela collins avenue q tem lojas interessantes (que abrem as 11h). Alias a vida aqui começa mais tarde ( e termina tarde tb).

Voltamos ao hotel e nos arrumamos para ir em busca do vestido. Pegamos taxi ate a Miracle Mileuma rua voltada para o mercado de casamentos, com cerca de 20 lojas só de noiva!!!  Muita coisa pode ser comprada ou encomendada por lá. Uma loucura! Deu uns 30 minutos de viagem do hotel até a miracle mile. Almoçamos lá por perto e pegamos o meu vestido de noiva, que foi o motivo original da viagem! A loja foi a J. del Olmo e o vestido da marca Justin Alexander.

Voltamos para o hotel e, já no final do dia, fomos passear pela Lincoln road que é uma rua de pedestres com muitas lojas e restaurantes. Uma atracao imperdivel! Super movimentada, agradável e com lojas bacanas: apple, mac, pottery barn, william sonoma, nespresso etc

Como eatávamos muito cansadas voltamos para perto do hotel e turistamos: gastamos uma nota preta neste super mojito!!!

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Aqui eles tem happy hour: dois drinks por 1 – em tudo qto é lugar!!! Mas não sabiamos e tomamos só 1 drink. Vale dar uma pesquisada de preços na hora do jantar pois variam muito. Vale também ir no prato do dia e se vc for bom negociante consegue um drink de graça facilmente ( principalmente na baixa temporada). Confesso que fiquei incomodada com a quantidade de pessoas com menus na mão te convidando pra sentar e oferecendo mundos e fundos. Mo as isso parece ser uma prática comum por aqui. Em todas as áreas de restaurantes você é assediado pelos hosts te convidando para sentar. Nada que não se resolva com bom humor.

Nem preciso dizer que capotamos na cama!!!!

Publicado por: marianammachado | outubro 22, 2011

Stirling, lochs, whisky e fantasmas

Tomamos café bem cedinho, no hotel mesmo (tava em promoção 6 pounds por pessoa!) com aquele bufezão. Provei finalmente o tal “Marmite” e preferia nunca ter feito isso. Eu achei que era tipo uma geléia (marmelade, marmite… ) mas o negócio é salgado! Tem gosto de caldo knor em pasta… e eu sem saber enchi uma torrada com isso. Quase morri! e é mesmo como diz o slogan da marmite: love it or hate it.

A idéia do dia era passear pelo interior da Escócia. Selecionamos um passeio pela Experience Scotland – fomos num que nao era tao longo mas que tivesse bastante variedade de passeios. Nosso micro-onibus começou com uma pequena voltinha pela cidade enquanto o guia explicava alguns detalhes e contava historinhas curiosas da cidade. Depois paramos na ponte Forth – a ponte mais feia do mundo segundo ele. Essa ponte foi constuida super reforçada pois alguns anos antes de sua construção um acidente em que a ponte caiu deixou todo mundo com medo de viajar de trem por pontes. Aí eles precisavam convencer o povo de que era seguro e fizeram essa super ponte, super forte.

Dali, seguimos para Stirling. No caminho ouvimos histórias de William Wallace (o de verdade, nao o mel gibson…). No castelo de Stirling fizemos uma visita com audio guia e compramos um passe chamado “explorer pass” que te dá direito a visitar vários castelos sem ter que comprar outros ingressos (e emfrentar filas). Vale a pena para quem vai visitar mais de um castelo. Visitando dois, já paga o preço do ingresso e vc fica bem a vontade em relaçao aos horarios pois nao temque enfrentar filas.

Stirling é bem interessante. Está todo restaurado e é uma boa visita para crianças (tem algumas salas decoradas e você pode interagir com as coisas – sentar, mexer, ler… Além disso esse castelo tem uma parte especifica pras crianças com fantasias e tal… ). E tem tb atores pra fazer vc entrar no clima e contar a historia. Um dos castelos mais legais que eu ja visitei.

Foi bom termos chegado bem cedo pois as 12h, qdo fomos embora, tinha uma fila enorme e as salas estavam mto cheias de gente.

Seguimos para um dos milhares de Lochs (lagos) da escócia. Não deu pra ir ao Ness pois a visita a ele levava 12 hs… um exagero. Fomos ao Loch Lomond onde almoçamos no que parece ser o unico restaurante da região: o oak tree .

O dia estava lindo, o sol abriu e estava perfeito para o passeio ao longo do lago. Nao mergulhamos como alguns locais faziam porque tava a maior friaca, mas se vc é corajoso pode levar a toalha!

Seguimos entao para uma destilaria de whiskey – a Glengoyne que foi a mesma que eu fui adolescente (com a escola qdo fiz intercambio) e a q o meu irmao foi… entao acho que todo mundo vai lá. Aprendemos tudo sobre whiskey, mas continuei sem gostar, hehehe. Ótimo lugar pra comprar lembrancinhas…

às 6h mais ou menos voltamos para Edimburgo e fomos fazer um passeio pelos becos da cidade. Edimburgo é conhecida por ser mal assombrada e existe uma serie de passeios a pé por cantinhos os mais diversos que você compra na Royal Mile mesmo. O pessoal fica por lá com uma placa dizendo a hora que o passeio à pé vai sair. É meio que uma tradição turistica da cidade. Escolhemos a empresa City of the Dead Tours e fizemos o Double Dead tour – que vai aos vaults (umas salas embaixo da ponte que foram construidos com o objetivo de servirem de estoque e oficinas, mas que alagavam e acabaram ficando abandonados até que os mais pobres passaram a morar por lá – mtas historias de mortes coletivas e fantasmas, mas tudo muito mais historico do que assustador). Nosso passeio tb passava pelo cimitério da cidade onde vc encontra o tumulo de Dumbledore (a autora de harry potter procurava por nomes nas lápides do cemitério). Nesse cemiterio teoricamente está o espírito de McKenzie Poltergeist. Mas nós não encontramos com ele nao…

O passeio foi bacana, mas a parte dos vaults foi mais interessante. Recomendo passeios que tenham os becos da cidade e os vaults – mas o cemitério foi meio bobinho.

Fomos jantar no Vittoria e eu comi uma carninha… finalmente!

Publicado por: marianammachado | outubro 22, 2011

Partiu Edimburgo

Café da manhã de despedida no já tradicional Paul, malas feitas, check out checado e partiu estação de trem. Fomos para a king’s Cross (mas eu nao tirei foto na plataforma do Harry Potter… sorry).

O processo da estação é um pouco diferente do que estamos acostumados por aqui. Nós compramos pela internet e chegando lá pegamos os tickets numa máquina que funciona com o cartao de credito da compra. Depois, com tickets na mão, ficamos esperando no salao principal, olhando para uma grande tela esperando para descobrir a plataforma da qual nosso trem sairia (só avisam 15 in antes…)

Qdo vc descobre pra onde ir é só sentar e aproveitar a paisagem. São umas quatro horas de viagem.

Chegamos em Edimburgo debaixo de chuva e frio (o que nao foi nenhuma surpresa). E na estação pegamos um taxi para o hotel que deu a enorme soma de 3,5 pounds. O hotel era pertinho mas tinha um ladeirao que preferimos evitar (ppt em função das malas).

Chuvendo

Ficamos no Barceló Edimburgh Carlton Hotel, que fica muito bem localizado, quase na esquina da Royal Mile – a rua principal da cidade. Todos os dias demos uma passeadinha nessa rua, entao foi bom ficar ali por perto.

Mesmo chovendo, fomos pra rua assim que chegamos. E andando pela Royal Mile fizemos uma visita à Igreja de St Gilles, onde vimos o túmulo de John Knox. Andamos também pelas lojinhas cheias de kilts e cashmeeres, mas dessa vez nao compramos nada…  Fomos também ao The Hub – uma antiga igreja que foi transformada em centro cultural.

The Hub

Lá tomamos um vinhozinho pra aquecer e descobrimos que estava tendo um festival de jazz na cidade. Resolvemos comprar alguma coisa e escolhemos aleatoriamente no livretinho um show que encaixasse com a nossa programação…. hehehe… espírito de aventura!

Eu

Ela

Fomos jantar super cedinho pois não haviamos almoçado. Resolvemos ir no Bella Italia, uma cadeia de restaurantes que tem em tudo qto é esquina por lá… nota 2! hahaha uma bosta. Mas okay pra uma emergencia… Acontece que pedimos um vinhozinho tb (um Montepulciano d’Abruzzo bolado) e arrazamos na alcoolidade!

Fomos pra cama cedo, obviamente.

Publicado por: marianammachado | julho 28, 2011

Quarta – 27/07/2011 – Tchau Londres!

Depois do tradicional café da manhã no Paul, fomos ao British Music Experience. Esse “museu” fica no O2, que é uma arena para shows e eventos (em breve vai ter uma competição de tennis por lá) que fica um pouquinho longe do centro de Londres, mas ainda na zona 2 do metro, na estação de north greenwich, pela jubilee line. Demoramos uns 30 min pra chegar lá. Esse lugar é o máximo e merece com certeza uma visita. É uma exposição (?) interativa sobre a história da musica britânica – desde jazz & blues até as boy bands, kate nash, amy whinehouse…. Você passa por varias salinhas divididas por décadas +ou- e em cada salinha vc vê objetos dos artistas da época (briquedos que foram lançados com desenho dos Beatles, óculos do Elton John, violão do coldplay, memorabilia do sex pistols). Tem tb alguns equipamentos interativos em que você vê vídeos de entrevistas com as pessoas que fizeram parte daquela época da historia – eu vi, por exemplo, uma entrevista com vários artistas que fizeram as capas famosas de vários álbuns (dark side of the moon, sargent peppers lonely hearts club band, led zeppelin…). Tudo isso, claro, ao som dos artistas de cada época. No centro da sala há outras coisas interativas. Uma delas é um lugar em que você aprende as danças de diferentes épocas e depois vc é filmado dançando. Isso tudo fica no site e vc tem acesso com o seu ingresso que é um “smart ticket” – tem um chip que vc usa pra referencia. Tem tb um estúdio com guitarras famosas, pianos, teclados, bateria, um estúdio pra gravar voz – tudo isso pra você tocar, gravar e depois ver no site. Do lado de fora dessa exhibition, dentro da arena, tem VÀRIOS restaurantes e cafés e um cinema. Do lado de fora tb vc pode fazer parte de um vídeo clipe: te filmam dançando e mandam o vídeo pro seu email. Eu fui de “can’t touch this!” MC Hammer.

Depois, no Rock in Rio, eu tava lá!

Curtimos muito esse lugar!

Saímos de lá e, na mesma linha de metro (a jubilee) seguimos pra estação de St John Woods onde fomos à famosa faixa de pedestre da capa do Abbey Road, dos Beatles.

Placa da Rua pra provar que eu fui mesmo...

Fica MUITO cheio e é difícil tirar uma foto boa pois além de ter sempre algum outro turista atravessando junto com você, o tráfego é intenso – então mesmo que os carros parem pra você atravessar, a foto não fica perfeita pq tem um motorista mal humorado ao fundo esperando vc passar. Foram várias tentativas até sair uma mais ou menos. Mamãe foi uma heroína com toda a paciência do mundo, sentada na sarjeta tentando bater uma foto minha.

Tentativa 12 / 30

Tentativa 29 / 30 - e tá boa essa mesmo!

Como tinha mta gente, fiquei com vergonha, mas queria mesmo atravessar descalça e com um cigarro na mão direita. :o)

Depois disso não tínhamos mais nada programado e tínhamos a difícil tarefa de decidir o que iriamos fazer. Ser ou não ser, eis a questão. Decidimos ir almoçar num dos muitos restaurantes de Convent Garden. Fomos ao “Convent Garden Kitchen” onde dividimos uma salada e uma pizza. Tava mto bom, mas a atendente era meio nojentinha… não curti e mamãe cagou bolinhas pra ela.

Fomos pra lá com o objetivo de tentar um Return Ticket (ingressos das pessoas que compraram e não vao poder ir) para o Lago dos Cisnes na mesma noite. Mas não teve jeito. Não rolou. Passeamos por ali e fomos parar na rua “Long Acre” uma ótima rua de compras, cheia de lojas bacanas , algumas conhecidas, outras nem tanto. Mas valeu a caminhada. Estavamos cansadas e às sete, quando as lojas fecham voltamos. Tentando achar um ônibus, fomos parar na Trafalgar Square onde estava rolando um show comemorativo de um ano até a próxima Olimpíada que sera aqui em Londres. Vimos um pouquinho do show, mas tava caído, a gte tava cansada. Desistimos do ônibus e fomos de metro mesmo.

Deposi de descansar um pouquinho fomos ao restaurante Daphne’s – um restaurante muito chique e delicioso em South Kensigton. Comemos de entrada uma berinjela parmediana pra mim e uma salada de endívias, pêssegos, gorgonzola e nozes pra mamãe. De prato principal mamãe foi de linguado com camarão e abobrinhas fritas (lembrei da Geldra, minha orientadora do Vigilantes do Peso: pegaram a abobrinha que era amiga e fitaram a coitadinha, levando ela pro lado negro da força – mas que tava bom, tava!). Eu fui de risoto de vegetais. Tudo acompanhado de um bom chardonay e seguidos de um cafezinho supimpa! Fechamos com chave de ouro a nossa visita a Londres. Agora é Edimburgo… :o)

Publicado por: marianammachado | julho 28, 2011

Terça 26/07 – Kate Middleton e Billy Elliot

HJ acordamos e mamãe resolveu arrumar as malas porque segunda ela não ia caber nada. Tomamos café no paul, mas ousamos – fomos de baguette com qjo e presunto e folhado de maçã. Pegamos o metro até a estação “Westminster” e fomos na abadia de Westminster onde Kate e william casaram – danadinhos! Pagamos 16 Pounds pela visita, mas recebemos umm Audio Guia muito útil – é bom ter informações precisas sobre os lugares que vc está passando. No meio da visita paramos para uma oração pelas vitimas do ataque da Noruega. Depois da oração eu ouvi a madre convidando para uma oração que seria num lugar especial onde turistas não podem visitar dentro da abadia- o túmulo de St Edward the confessor. Rezamos em inglês. Terminamos o passeio na abadia e seguimos para o Buckingham Palace, caminhando pela Birdcage walk ao redor do St James Park. Caminhadinha de 10 / 15 minutos mto agradável.
Buckingham Palace
Isso foi antes de entrar e tomar um capuccino com o Harry.

Chegamos ao palácio no finalzinho da troca da guarda (que havia começado as 11h, mas a gte não queria ver não porque já vimos uma vez e é meio chata, na minha opinião. É como uma parada militar, mto bonita e organizada, mas fica muito cheia de turistas e vale ver uma vez, mas não repetiria). Queríamos fazer o passeio dentro do palácio e ver uma exposição do vestido de casamento da kate, mas só havia ingressos para o dia seguinte… estava tudo muito confuso pra comprar, pra entrar… desisitimos.

Seguimos à pé para Victoria Street, para pegar o ingresso do musical que veríamos à noite – Billy Eliot. Com ingressos na mão, pegamos o ônibus 52 e fomos para Notting Hill (poderíamos ir de metro mas a linha que pegaríamos estava fechada para reformas. Alias, isso acontece mutio aqui, fecham pedaços das linhas pra manutenção – mas é tudo bem sinalizado e em toda estação tem uma pessoa perto da catraca que pode te ajudar).

Chegamos em Notting Hill e descemos para a Portobello Road. Mesmo sem ser no fim de semana, a Portobello road tem várias lojinhas de antiguidades, souvenirs e porcarias. A rua fica bem movimentada com turistas fazendo suas compritchas – fizemos as nossas! Hehehe… Paramos para um almoço digamos que mais substancial. Fomo a um Pub e comemos uma tradicional comida de pub: mamãe foi de sausages with mash and gravy (linguiça, purê e molho) e eu de rum steak w/ chips mushrooms and baked tomatões (bifão com fritas, cogumelo e tomate assado). Eu tomei um pint da Fosters –  cerveja de menina bem levezinha. O garçon disse que uma cena do filme que colocou o bairro no mapa foi gravada ali, mas não entrou no corte final – um pub quase famoso, hahaha! Ele nos falou que a famosa livraria do filme é na verdade um café, mas que tem uma livraria que foi a inspiração pro filme (ou copiada dele, ele não sabe) em que todo mundo tira foto. Ficamos com preguiça.

Eu estava com MUITA dor no pé – mistura de cansaço com sapato errado e osso quebrado – então a pausa mais longa foi bem vinda.

Como tínhamos um tempo até o teatro, resolvemos fazer hora no shopping Westfield (sim, fomos lá de novo). Mas dessa vez andamos por um outro lado e achamos uma loja de bebes e crianças – a Mamas & Papas!!!

Fomos para o teatro de metrô por causa da hora e vimos Billy Elliot – um dos melhores musicais que a gente já viu. É incrível e o garotinho (o billy) arrasa! Chorei feito uma boba, aplaudi, dei risada. Os solos do garotinho são maravilhosos. Mesmo sendo 3h de peça não fica nem um popuco cansativo. A história é comovente e a montagem mto bem feita.

foto tosca do teatro

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