Publicado por: marianammachado | outubro 22, 2011

Tomamos café bem cedinho, no hotel mesmo (tava em promoção 6 pounds por pessoa!) com aquele bufezão. Provei finalmente o tal “Marmite” e preferia nunca ter feito isso. Eu achei que era tipo uma geléia (marmelade, marmite… ) mas o negócio é salgado! Tem gosto de caldo knor em pasta… e eu sem saber enchi uma torrada com isso. Quase morri! e é mesmo como diz o slogan da marmite: love it or hate it.

A idéia do dia era passear pelo interior da Escócia. Selecionamos um passeio pela Experience Scotland – fomos num que nao era tao longo mas que tivesse bastante variedade de passeios. Nosso micro-onibus começou com uma pequena voltinha pela cidade enquanto o guia explicava alguns detalhes e contava historinhas curiosas da cidade. Depois paramos na ponte Forth –  a ponte mais feia do mundo segundo ele. Essa ponte foi constuida super reforçada pois alguns anos antes de sua construção um acidente em que a ponte caiu deixou todo mundo com medo de viajar de trem por pontes. Aí eles precisavam convencer o povo de que era seguro e fizeram essa super ponte, super forte.

Dali, seguimos para Stirling. No caminho ouvimos histórias de William Wallace (o de verdade, nao o mel gibson…). No castelo de Stirling fizemos uma visita com audio guia e compramos um passe chamado “explorer pass” que te dá direito a visitar vários castelos sem ter que comprar outros ingressos (e emfrentar filas). Vale a pena para quem vai visitar mais de um castelo. Visitando dois, já paga o preço do ingresso e vc fica bem a vontade em relaçao aos horarios pois nao temque enfrentar filas.

Stirling é bem interessante. Está todo restaurado e é uma boa visita para crianças (tem algumas salas decoradas e você pode interagir com as coisas – sentar, mexer, ler… Além disso esse castelo tem uma parte especifica pras crianças com fantasias e tal… ). E tem tb atores pra fazer vc entrar no clima e contar a historia. Um dos castelos mais legais que eu ja visitei.

Foi bom termos chegado bem cedo pois as 12h, qdo fomos embora, tinha uma fila enorme e as salas estavam mto cheias de gente.

Seguimos para um dos milhares de Lochs (lagos) da escócia. Não deu pra ir ao Ness pois a visita a ele levava 12 hs… um exagero. Fomos ao Loch Lomond onde almoçamos no que parece ser o unico restaurante da região: o oak tree .

O dia estava lindo, o sol abriu e estava perfeito para o passeio ao longo do lago. Nao mergulhamos como alguns locais faziam porque tava a maior friaca, mas se vc é corajoso pode levar a toalha!

Seguimos entao para uma destilaria de whiskey – a Glengoyne que foi a mesma que eu fui adolescente (com a escola qdo fiz intercambio) e a q o meu irmao foi… entao acho que todo mundo vai lá. Aprendemos tudo sobre whiskey, mas continuei sem gostar, hehehe. Ótimo lugar pra comprar lembrancinhas…

às 6h mais ou menos voltamos para Edimburgo e fomos fazer um passeio pelos becos da cidade. Edimburgo é conhecida por ser mal assombrada e existe uma serie de passeios a pé por cantinhos os mais diversos que você compra na Royal Mile mesmo. O pessoal fica por lá com uma placa dizendo a hora que o passeio à pé vai sair. É meio que uma tradição turistica da cidade. Escolhemos a empresa City of the Dead Tours e fizemos o Double Dead tour – que vai aos vaults (umas salas embaixo da ponte que foram construidos com o objetivo de servirem de estoque e oficinas, mas que alagavam e acabaram ficando abandonados até que os mais pobres passaram a morar por lá – mtas historias de mortes coletivas e fantasmas, mas tudo muito mais historico do que assustador). Nosso passeio tb passava pelo cimitério da cidade onde vc encontra o tumulo de Dumbledore (a autora de harry potter procurava por nomes nas lápides do cemitério). Nesse cemiterio teoricamente está o espírito de McKenzie Poltergeist. Mas nós não encontramos com ele nao…

O passeio foi bacana, mas a parte dos vaults foi mais interessante. Recomendo passeios que tenham os becos da cidade e os vaults – mas o cemitério foi meio bobinho.

Fomos jantar no Vittoria e eu comi uma carninha… finalmente!

Publicado por: marianammachado | outubro 22, 2011

Partiu Edimburgo

Café da manhã de despedida no já tradicional Paul, malas feitas, check out checado e partiu estação de trem. Fomos para a king’s Cross (mas eu nao tirei foto na plataforma do Harry Potter… sorry).

O processo da estação é um pouco diferente do que estamos acostumados por aqui. Nós compramos pela internet e chegando lá pegamos os tickets numa máquina que funciona com o cartao de credito da compra. Depois, com tickets na mão, ficamos esperando no salao principal, olhando para uma grande tela esperando para descobrir a plataforma da qual nosso trem sairia (só avisam 15 in antes…)

Qdo vc descobre pra onde ir é só sentar e aproveitar a paisagem. São umas quatro horas de viagem.

Chegamos em Edimburgo debaixo de chuva e frio (o que nao foi nenhuma surpresa). E na estação pegamos um taxi para o hotel que deu a enorme soma de 3,5 pounds. O hotel era pertinho mas tinha um ladeirao que preferimos evitar (ppt em função das malas).

Chuvendo

Ficamos no Barceló Edimburgh Carlton Hotel, que fica muito bem localizado, quase na esquina da Royal Mile – a rua principal da cidade. Todos os dias demos uma passeadinha nessa rua, entao foi bom ficar ali por perto.

Mesmo chovendo, fomos pra rua assim que chegamos. E andando pela Royal Mile fizemos uma visita à Igreja de St Gilles, onde vimos o túmulo de John Knox. Andamos também pelas lojinhas cheias de kilts e cashmeeres, mas dessa vez nao compramos nada…  Fomos também ao The Hub – uma antiga igreja que foi transformada em centro cultural.

The Hub

Lá tomamos um vinhozinho pra aquecer e descobrimos que estava tendo um festival de jazz na cidade. Resolvemos comprar alguma coisa e escolhemos aleatoriamente no livretinho um show que encaixasse com a nossa programação…. hehehe… espírito de aventura!

Eu

Ela

Fomos jantar super cedinho pois não haviamos almoçado. Resolvemos ir no Bella Italia, uma cadeia de restaurantes que tem em tudo qto é esquina por lá… nota 2! hahaha uma bosta. Mas okay pra uma emergencia… Acontece que pedimos um vinhozinho tb (um Montepulciano d’Abruzzo bolado) e arrazamos na alcoolidade!

Fomos pra cama cedo, obviamente.

Publicado por: marianammachado | julho 28, 2011

Quarta – 27/07/2011 – Tchau Londres!

Depois do tradicional café da manhã no Paul, fomos ao British Music Experience. Esse “museu” fica no O2, que é uma arena para shows e eventos (em breve vai ter uma competição de tennis por lá) que fica um pouquinho longe do centro de Londres, mas ainda na zona 2 do metro, na estação de north greenwich, pela jubilee line. Demoramos uns 30 min pra chegar lá. Esse lugar é o máximo e merece com certeza uma visita. É uma exposição (?) interativa sobre a história da musica britânica – desde jazz & blues até as boy bands, kate nash, amy whinehouse…. Você passa por varias salinhas divididas por décadas +ou- e em cada salinha vc vê objetos dos artistas da época (briquedos que foram lançados com desenho dos Beatles, óculos do Elton John, violão do coldplay, memorabilia do sex pistols). Tem tb alguns equipamentos interativos em que você vê vídeos de entrevistas com as pessoas que fizeram parte daquela época da historia – eu vi, por exemplo, uma entrevista com vários artistas que fizeram as capas famosas de vários álbuns (dark side of the moon, sargent peppers lonely hearts club band, led zeppelin…). Tudo isso, claro, ao som dos artistas de cada época. No centro da sala há outras coisas interativas. Uma delas é um lugar em que você aprende as danças de diferentes épocas e depois vc é filmado dançando. Isso tudo fica no site e vc tem acesso com o seu ingresso que é um “smart ticket” – tem um chip que vc usa pra referencia. Tem tb um estúdio com guitarras famosas, pianos, teclados, bateria, um estúdio pra gravar voz – tudo isso pra você tocar, gravar e depois ver no site. Do lado de fora dessa exhibition, dentro da arena, tem VÀRIOS restaurantes e cafés e um cinema. Do lado de fora tb vc pode fazer parte de um vídeo clipe: te filmam dançando e mandam o vídeo pro seu email. Eu fui de “can’t touch this!” MC Hammer.

Depois, no Rock in Rio, eu tava lá!

Curtimos muito esse lugar!

Saímos de lá e, na mesma linha de metro (a jubilee) seguimos pra estação de St John Woods onde fomos à famosa faixa de pedestre da capa do Abbey Road, dos Beatles.

Placa da Rua pra provar que eu fui mesmo...

Fica MUITO cheio e é difícil tirar uma foto boa pois além de ter sempre algum outro turista atravessando junto com você, o tráfego é intenso – então mesmo que os carros parem pra você atravessar, a foto não fica perfeita pq tem um motorista mal humorado ao fundo esperando vc passar. Foram várias tentativas até sair uma mais ou menos. Mamãe foi uma heroína com toda a paciência do mundo, sentada na sarjeta tentando bater uma foto minha.

Tentativa 12 / 30

Tentativa 29 / 30 - e tá boa essa mesmo!

Como tinha mta gente, fiquei com vergonha, mas queria mesmo atravessar descalça e com um cigarro na mão direita. :o )

Depois disso não tínhamos mais nada programado e tínhamos a difícil tarefa de decidir o que iriamos fazer. Ser ou não ser, eis a questão. Decidimos ir almoçar num dos muitos restaurantes de Convent Garden. Fomos ao “Convent Garden Kitchen” onde dividimos uma salada e uma pizza. Tava mto bom, mas a atendente era meio nojentinha… não curti e mamãe cagou bolinhas pra ela.

Fomos pra lá com o objetivo de tentar um Return Ticket (ingressos das pessoas que compraram e não vao poder ir) para o Lago dos Cisnes na mesma noite. Mas não teve jeito. Não rolou. Passeamos por ali e fomos parar na rua “Long Acre” uma ótima rua de compras, cheia de lojas bacanas , algumas conhecidas, outras nem tanto. Mas valeu a caminhada. Estavamos cansadas e às sete, quando as lojas fecham voltamos. Tentando achar um ônibus, fomos parar na Trafalgar Square onde estava rolando um show comemorativo de um ano até a próxima Olimpíada que sera aqui em Londres. Vimos um pouquinho do show, mas tava caído, a gte tava cansada. Desistimos do ônibus e fomos de metro mesmo.

Deposi de descansar um pouquinho fomos ao restaurante Daphne’s – um restaurante muito chique e delicioso em South Kensigton. Comemos de entrada uma berinjela parmediana pra mim e uma salada de endívias, pêssegos, gorgonzola e nozes pra mamãe. De prato principal mamãe foi de linguado com camarão e abobrinhas fritas (lembrei da Geldra, minha orientadora do Vigilantes do Peso: pegaram a abobrinha que era amiga e fitaram a coitadinha, levando ela pro lado negro da força – mas que tava bom, tava!). Eu fui de risoto de vegetais. Tudo acompanhado de um bom chardonay e seguidos de um cafezinho supimpa! Fechamos com chave de ouro a nossa visita a Londres. Agora é Edimburgo… :o )

Publicado por: marianammachado | julho 28, 2011

Terça 26/07 – Kate Middleton e Billy Elliot

HJ acordamos e mamãe resolveu arrumar as malas porque segunda ela não ia caber nada. Tomamos café no paul, mas ousamos – fomos de baguette com qjo e presunto e folhado de maçã. Pegamos o metro até a estação “Westminster” e fomos na abadia de Westminster onde Kate e william casaram – danadinhos! Pagamos 16 Pounds pela visita, mas recebemos umm Audio Guia muito útil – é bom ter informações precisas sobre os lugares que vc está passando. No meio da visita paramos para uma oração pelas vitimas do ataque da Noruega. Depois da oração eu ouvi a madre convidando para uma oração que seria num lugar especial onde turistas não podem visitar dentro da abadia- o túmulo de St Edward the confessor. Rezamos em inglês. Terminamos o passeio na abadia e seguimos para o Buckingham Palace, caminhando pela Birdcage walk ao redor do St James Park. Caminhadinha de 10 / 15 minutos mto agradável.
Buckingham Palace
Isso foi antes de entrar e tomar um capuccino com o Harry.

Chegamos ao palácio no finalzinho da troca da guarda (que havia começado as 11h, mas a gte não queria ver não porque já vimos uma vez e é meio chata, na minha opinião. É como uma parada militar, mto bonita e organizada, mas fica muito cheia de turistas e vale ver uma vez, mas não repetiria). Queríamos fazer o passeio dentro do palácio e ver uma exposição do vestido de casamento da kate, mas só havia ingressos para o dia seguinte… estava tudo muito confuso pra comprar, pra entrar… desisitimos.

Seguimos à pé para Victoria Street, para pegar o ingresso do musical que veríamos à noite – Billy Eliot. Com ingressos na mão, pegamos o ônibus 52 e fomos para Notting Hill (poderíamos ir de metro mas a linha que pegaríamos estava fechada para reformas. Alias, isso acontece mutio aqui, fecham pedaços das linhas pra manutenção – mas é tudo bem sinalizado e em toda estação tem uma pessoa perto da catraca que pode te ajudar).

Chegamos em Notting Hill e descemos para a Portobello Road. Mesmo sem ser no fim de semana, a Portobello road tem várias lojinhas de antiguidades, souvenirs e porcarias. A rua fica bem movimentada com turistas fazendo suas compritchas – fizemos as nossas! Hehehe… Paramos para um almoço digamos que mais substancial. Fomo a um Pub e comemos uma tradicional comida de pub: mamãe foi de sausages with mash and gravy (linguiça, purê e molho) e eu de rum steak w/ chips mushrooms and baked tomatões (bifão com fritas, cogumelo e tomate assado). Eu tomei um pint da Fosters -  cerveja de menina bem levezinha. O garçon disse que uma cena do filme que colocou o bairro no mapa foi gravada ali, mas não entrou no corte final – um pub quase famoso, hahaha! Ele nos falou que a famosa livraria do filme é na verdade um café, mas que tem uma livraria que foi a inspiração pro filme (ou copiada dele, ele não sabe) em que todo mundo tira foto. Ficamos com preguiça.

Eu estava com MUITA dor no pé – mistura de cansaço com sapato errado e osso quebrado – então a pausa mais longa foi bem vinda.

Como tínhamos um tempo até o teatro, resolvemos fazer hora no shopping Westfield (sim, fomos lá de novo). Mas dessa vez andamos por um outro lado e achamos uma loja de bebes e crianças – a Mamas & Papas!!!

Fomos para o teatro de metrô por causa da hora e vimos Billy Elliot – um dos melhores musicais que a gente já viu. É incrível e o garotinho (o billy) arrasa! Chorei feito uma boba, aplaudi, dei risada. Os solos do garotinho são maravilhosos. Mesmo sendo 3h de peça não fica nem um popuco cansativo. A história é comovente e a montagem mto bem feita.

foto tosca do teatro

Publicado por: marianammachado | julho 28, 2011

Segunda 25/07/2011

Globe Theatre

Acordei me sentindo uma velhaca – 29 anos pesam!!!! Não tomamos café no Paul porque estava mto cheio e tomamos café num lugarzinho ao lado da St Paul. Fomos parar lá de novo porque era a estação de metro destino.

Vimos os jardins em volta da igreja e seguimos para o Globe Theatre onde vimos a exposição do teatro que tb foi com o Audio guia explicando tudinho e fizemos um tour pelo teatro cheio de historinhas da época do teatro Elizabetano. Eu curti mais que a mamãe. Fomos cedo pois nao queriamos correr o risco de perder a visita que em época de peça so acontece até as 12h.

Globe Theatre

Seguimos à pé pela beira do rio até a London Eye. Foram +- uns 30 min de caminhada. Passamos por um festival de verão que estava rolando por ali e transformou o caminho num tipo de píer com direito à areia e baldinho pros pequenos.

Festival de verão

Chegando à London Eye, quase enfartamos a fila para entrar era de dobrar o quarteirão. Havíamos comprado os ingressos online – Há várias opções de ingressos: um simples com hora marcada, um simples sem hora (pode ser usado a qq momento) e um com fast track – o famoso fura fila. Havíamos comprado um ingresso sem hora marcada mas sem fast track., Qdo chegamos lá e retiramos os ingressos (em uma maquininha sem estresse) resolvemos fazer um upgrade e comprar o fast track por mais 10 pounds cada um. A fila reduziu a apenas 15 minutos! Dinheirinho bem gasto!

London Eye - dentro do bondinho

London Eye

Logo entramos na roda gigante. A roda é muito legal, mas não fomos ver o filme 4D incluído no ingresso porque estávamos com uma certa pressa (será que fizemos mal???). Atravessamos a ponte e fomos para o Big Ben e Parlamento onde tiramos mtas fotos como manda o figurino!

Ih! Olha lá o Big Ben

 

Não deu pra ir na Westminster – a fila estava enorme e deixamos pro dia seguinte. Fomos para a Torre de Londres (London Tower). Compramos os ingressos e paramos pra comer um Fish & Chips classe A! Visitamos a fortaleza e a exposição das jóias da coroa. Vimos o maior diamante lapidado do mundo! A mãe quase comprou… eu que não deixei, achei mto discreto, hahaha! Essa exposição tem muita fila e perde-se um tempinho. Como tb já vimos uma vez a exposição das armaduras e estava chegando a hora de fechar, tiramos foto com os guardinhas e fomos embora.

Torre de londres

Pra quem vai lá com criança, tem um programa que parecia mto divertido: um curso de cavaleiro. Quando paramos pra ver tinha um monte de criança dando espadada num pobre coitado (aposto que era o estagiário) e uns pais indo em direção à catapulta… Não vimos se eles catapultaram algo ou foram catapultados…

Tower Bridge

Fomos para o Shopping center Westfield – que fica na estação de metrô Sheperd’s Bush, no fim da Central Line, bem longe. Quando entramos eu quase enfartei: só tinha loja de grife (Tiffany & Co, Prada, Louis Vitton, Mil Mil, Jimmy Choo…) Achei que ia ser a maior roubada – ficar vendo coisa que não posso comprar. Mas o shopping melhora (ou piora, depende do ponto de vista) com lojas mais normais – departamento e outras (locais, nike, adidas, Tommy, Gap…). Em volta do shopping tb tem uma área cheia de restaurantes legais.

Estávamos bem cansadas e voltamos pra Gloucester Road onde jantamos no Olive – restaurante que fica no hotel Bailey’s onde ficamos da ultima vez que estivemos em Londres. Tomamos um vinho rosé (a bebida do verão). Eu comi uma berinjela parmegiana e mamãe um linguini com camarão e alcachofra. Depois disso tudo só nos restou a cama!

Publicado por: marianammachado | julho 26, 2011

24/07/2011 – Viva a Teté!!!

Esse foi o domingo do meu aniversário. Queria aproveitar e agradecer a todo mundo que me mandou mensagem. Meu dia ficou bem mais feliz!!!

Aproveitei bastante por aqui. A programação era a tradição de domingo por aqui: o mercado de Camdem Lock. Acordamos cedinho e fomos de metro para Little Venice – ao norte do Regent’s Park – um lugar muito fofo com casinhas brancas geminadas ao longo do canal. De lá pega-se um barquinho (coisa de 7 / 8 pounds por pessoa) para o mercado ou para o zoológico. é um passeio de 50 minutos pelos canais construidos por ali.

O Barquinho que pegamos em little venice.

Adoramos, mas só vale a pena mesmo para quem tem bastante tempo sobrando pois vc pode chegar no destino de metrô rapidinho. Nos usamos a Waterbus London Company e pegamos o barquinho das 11h.

Mapa de Little Venice e dos canais que percorremos.

Chegamos em Camdem Lock as 11:50, o que foi otimo pois depois das 13h o mercado fica impossivel de andar de tão lotado. O Camdem Lock é uma grande feira de artesanato. Tem várias barraquinhas legais com produtos confeccionados pelos próprios vendedores. Tem algumas coisas mais góticas e punk ainda, mas não é mais a maioria não. Dá pra se perder lá dentro e pra gastar bastante dinheirinho tb!

Camdem Lock

Quando começou a ficar cheio demais resolvemos ir embora, mas descobrimos que nao poderiamos pegar o metro na estação de camdem market (ou camdem lock, nao sei o nome ao certo) pois ela fica com a entrada proibida entre 13 e 17 aos domingos – vc so consegue chegar à feira por ali, mas não sair dela… Aí vc pode pegar a estação anterior ou a seguinte…

Infelizmente não achamos a casa da Amy pra prestar nossa homenagem a ela…

Seguimos para o nosso proximo destino: meu almoço de aniversário!!!! YUPIII!!! Viva a Teté!!! Escolhemos o restaurante “Fifteen” que é do chefe Jamie Oliver (que eu assisto sempre no GNT). Esse restaurante é tipo um restaurante-escola e foi cenário do reality show de formação de chefs do Jamie Oliver. Ele fica um pouquinho contramão, mas valeu muito a pena. O almoço foi MARA!!! Comemos o menu de 3 pratos (entrada, mais e sobremesa) e ainda fizemos o esquema do vinho – nesse esquema vc pede duas ou tres taças que são escolhidas pra vc pelo somelier da casa, de acordo com os pratos que vc escolheu, pra harmonizar. O maior barato!

Jamie's Fifteen e Tete's birthday lunch

Mamãe tb arrasou no Fifteen

Seguimos de onibus pra baker street e dessa vez eu dei mancada. Pegamos o onibus certinho, mas tava super cheio e eu achei o caminho estranho… deu medinho e no primeiro ponto em frente a um lugar grande eu desci. Esse lugar grande era nada menos que o hotel Renaissance – chiquerrimo.

Renaiscence

Entramos lá e sentamos no lobby na maior cara de pau pra eu olhar o mapa e comprovar que estavamos no caminho certo. Pegamos o mesmo onibus de novo e fomos para a baker street – museu do Sherlock Holmes.

Museu Sherlock Holmes

No caminho vimos uma batida de um carro num caminhão… essas coisas tb acontecem quando se dirige do lado errado.

O museu é pequenininho, bunitinho e bobinho. Só pra quem tem tempinho e gosta das historinhas de detetive…tem algumas referencias aos casos e tal, mas só isso. Seguimos entao para um passeio pelo Regent’s Park que foi o máximo. O parque super verdinho e florido cheio de gente jogada pela grama, passeanod de barquinho e pedalinho, fazendo pic nic…

Igual à lá de cima...

Passeamos um pouco e antes de voltar paramos num pub pra uma coca e uma cidra – feita com maçãs britanicas segundo o anuncio!

Pegamos o onibus pra voltar pro hotel – foi ótimo pra ver a paisagem. Dessa vez nao teve jantar, só um passeio pelo bairro e cama!

Tomamos café mais uma vez no Paul que virou nosso lugarzinho de café favorito e eu descobri que é uma pequena cadeia de ‘cafés’ por aqui. Em seguida fomos de metro para a St Paul Cathedral – umas das principais igrejas daqui.

St Paul

Fachada da St Paul

. Nesse lugar há igrejas desde 1600 – eu acho – que já pegaram fogo e foram reconstruídas um milhão de vezes. A catedral fica no centro comercial da cidade e como a gte foi no sábado estava bem vazio, mas imagino que fique bem animado nos dias úteis. Pagamos o ingresso – cerca de 14$ e tivemos direito a um Audio Guide – que foi bem legal. Eu nunca pago por essas coisas, mas qdo tá incluído dá uma outra visão do lugar… Passeamos pela nave da Igreja (destaque para a GIGANTESCA pia de batismo e pra cúpula na nave central) e pela cripta (com o tumulo de varias pessoas importantes incluindo o duke de Wellington). A capela OBE estava fechada pq tava rolando um casamento por lá (mas não deu pra ver a noiva :( ) então subimos 250 degraus até a sala dos sussurros – parte da cúpula onde é possível ouvir a pessoa sussurrando do outro lado da sala. Eu não ouvi a mamãe, mas ouvi o garotinho que tava ao lado dela. MACABRO!

Vista da St Paul + Tate Modern

A vista lá do alto, o Tate modern e esse céu de verão!!!

Subimos mais 150 degraus (haja coxa!) e fomos pro topo da cúpula de onde dava pra ver uma boa parte da cidade. Na catedral vale tb investir um tempo apreciando a fachada. Lá, como é perto do rio, fica bem friozinho…

St Paul

Nasci pra ser rainha

Depois, houve uma mudança de planos. Em vez de irmos na Tower of London resolvemos atravessar a Millenium Bridge que fica em frente à Catedral.

Millenium Bridge + St Paul Cathedral

Eu feiosa na Millenium Bridge

Do outro lado sequimos para a esquerda e passamos pelo Globe Theatre – reconstrução do teatro original onde Shakespeare ‘trabalhou’ – mas já não podíamos visitar. No verão tem peças cedo e eles interrompem as visitas. Vamos tentar outro dia. Continuamos andando até chegarmos ao Borough Market –o ponto alto do dia! Esse é um mercadão de produtos alimentícios artesanais – tipo queijos, mel, molhos, presuntos, linguiças – cheio de provinhas e barraquinhas mil!

Borough Market

Borough Market bombando

A gte ficou louca pra comprar umas coisas, mas não tinha como trazer pro Rio… :o ( Acho que é um passeio que vale mto a pena se for num dia mais quentinho – não sei nem se funciona no inverno… Mas o grande lance é almoçar por lá. Tem 1 milhão de opções – falafel, wrap de camarão, sanduiche de pato, champagne, sucos, paella… – tudo pra você comer ali mesmo, em pé, batendo um papo. Fica LOTADO e as filas pra comprar são bem grandinhas. Optamos por um sanduiche de chorizo (linguiça temperada) com rúcula e pimentão assado. DILIÇA!

Borough Market

Sanduba boladão no Borough Market

Para acompanhar pedi uma cerva tradição no pub em frente. O cara me deu uma cerveja de Essex – encorpada, vermelha e amarga; cerveja de menino. Passeamos mais um pouco e antes de voltar comemos uma tortinha de framboesa dos céus.

Borough Market

Eu - mastigando

Voltamos para a beira do rio (no caso, o Tâmisa, ta?!) e fomos para o Tate Modern – um museu de arte moderna gratuito. Só pelo prédio já vale a visita, mas tá todo mundo la: Rembrandt, Picasso, Matisse, Miró e mais um monte de gente estranha com arte esquisita… Tava rolando uma exposição do Miro – mas a gte tava mto cansada e tinha que pagar… nao rolou dessa vez.

Cruzamos a ponte de volta (friaca… brrrrr) e fomos de ônibus! Pegar os ingressos do teatro. Fomos ver a peça We will Rock You no teatro Dominion que fica no iniciozinho da Oxford Street. Essa rua é tida como uma meca das compras, mas, sinceramente, esse começo não vale a pena não… só tem muquifo. PERO, conseguimos fazer umas compritchas, ne?!
A peça foi MUITO LEGAL! A historia é fraca, o ator principal não tem carisma NENHUM (maior água de salsicha) mas canta pra caramba. O melhor personagem é o velhinho hippie que quase não aparece, mas mesmo assim a peça é o máximo. O teatro – enorme – estava lotado e as pessoas mto animadas com as músicas do queen. Freddie Mercury, seu lindo… Vc é um danado.
Voltamos de metro e resolvemos jantar. Aí não jantamos. Às 11h já tava tudo fechado. Fomos parar num mercado em que eu tive que brigar com o vendedor pra comprar um pão. Surreal. Comemos pão com queijo e presunto no quarto do hotel e só nos restava o sono.
Ah! E aí eu fiquei sabendo que a Amy morreu. Amy, musa dos meus carnavais, deixo aqui minha homenagem a você. Tô torcendo pra que eles tenham birita aí onde vc estiver…

Publicado por: marianammachado | julho 23, 2011

Se isso eh estar mal, pohan…

Bom, pra comecar estou no computador do hotel porque aqui as tomadas sao diferentes. Alias, futuros viajantes: tragam adaptadores!!!!  Entao, nao tenho acentos, nem cedilha!

Ontem, sexta dia 22 acordamos as 9 (as nove – pra minha familia e tipo 12 pros normais…) e ficamos muito felizes com o solzinho!!!! E claro que tivemos que voltar pro hotel pra pegar casaquinhos pq o solzinho era mto mixuruca…

Tomamos cafe num lugar mto legal chamado PAUL pertinho do hotel na gloucester road (baguettes, croisssant etc) e pegamos o metro pra Picadilly Circus. (Não havia onibus da Cromwell St. até lá – então o metro foi a melhor opção)

Picadilly Circus

Eu na Picadilly!

Chegando la fomos pra uma loja chamada  Cool Britannia so de souvenirs tematicos (beatles, bandeiras, familia real, mapa do metro) – fizemos a festa! Fizemos a festa nos indianos tambem hahaha…. Pela praça da Picadilly não tem mta coisa a fazer além de passear pelas lojinhas e tal. Fica bastante cheio e é bem turistico – pro bem e pro mal.

Continuamos andando por ali meio sem rumo e demos sorte de estarmos indo para o lugar certo: chegamos na trafalgar square onde paramos para pegar um sol junto com a galera que nao tem praia e toma sol na praça…Fomos passear pela National Gallery - um museu gratuito com pinturas desde 1200. Fizemos um lanchinho por la antes de seguir viagem: saladinha, sanduichinho e um refri  generico que tinha gosto de pinho sol.

Trafalgar Square + National Gallery

Nós tmabém pegamos solzinho na Trafalgar em frente à National Gallery!

Queriamos ir para a Picadilly de novo, mas erramos o caminho e fomos parar do outro lado da cidade. Por sorte erramos corretamente e acabamos nos achando bem em frente a Convent Garden o nosso proximo destino. Que lugar legal! A mae ADOROU (e eu tb)! Foi bom chegarmos cedo pois tivemos tempo de passear pela piazza e pelas ruas em volta.

Convent Garden

Ruas ao redor de Convent Garden!

Chegando na piazza seguimos uma musica e quando vimos estavamos ouvindo uma cantora de opera. Sentamos, tomamos “uns bom drink” (um vinhozinho rose mto chique) e curtimos a apresentacao.Teve tb um quarteto de cordas tocando vivaldi (sem desafinar, hein, Bega?! e com coreografia!)

Vinho Rose tá na moda na Europa!

Fomos ao teatro pegar os ingressos mas fizxemos um pit stop basico na Godiva! Compramos chocolatinhos pro intervalo da peca. Fomos ver SHRECK e o teatro estava cheio de criancinhas lindas, todas de orelhinha do shreck. O musical e mto legal. Valeu a pena e claro acaba com Smashmouth :o ) “cause I`m a believer…” Recomendo pra quem viaja com crianças e pra quem, como a gente, gosta da história.

Jantamos no Tuttons - um italiano basico com vinhozinho.

“E houve boatos de que eu estava na pior. Se isso e ta mal, pohan, o que eh ta bem, ne?!” – Luiza MArilac, patrona da viagem.

ps.: Bia, comprei canetinhas iguais as suas!!!!

Publicado por: marianammachado | julho 22, 2011

Londres Pre-Olimpica

Hj é nosso primeiro dia aqui em Londres. Chegamos às 7 da manha daqui (3am Rio) e logo compramos um Travel Card de 7 dias para onibus e metro – uma boa pedida que custo coisa de 25 pounds e pode ser usado qtas vezes quisermos dentro desse período nas zonas que vc escolheu – no meu caso, zonas 1 e 2. Além de ser uma boa pedida o Oyster Card que eu recebi ainda é comemorativo do casamento Real – vem com Kate e William no dia do noivado: ótima recordação.
Pegamos então o metro (a melhor opção para nos, ja que o Express nos deixaria em Paddington – um pouco longe do hotel) e em 50 minutos estávamos na porta do nosso hotel em Gloucester Road. O nome do Hotel era “Crowne Plaza - Kensington” que ficava na Cromwell Road. Gostamos muito do hotel. Tem wifi gratuito o lobby (no quarto só pagando). Fizemos o check-in e a melhor surpresa foi que o quarto estava liberado, entao pudemos tomar um banho e descansar um pouco.

A foto tá ruim, mas dá pra ter uma idéia do quarto. Gostamos muito!

Qdo foi meio dia saímos e fomos passear pelo bairro em volta do hotel. Andamos até o museu de História Natural (que estava com uma filona) mas não entramos. Queríamos ir para a Sloane Av – rua que tem todas as grifes (cartier, Tiffany, Bulgary etc) mas nos perdemos. O que foi MARAVILHOSO pois descobrimos uma pracinha cheia de restaurantes (bem em frente ao museu) e cafés e padarias super simpáticos. Vamos tomar café por la amanha. Continuamos andando e, ainda meio perdidas, fomos parar numa rua cheia de lojas de noiva !!! Olha aí gutão – o destino mandando um alou hahaha. Mas fica tranquilo que eu nao tive coragem de experimentar nada nao.
Paramos para almoçar no restaurante “The Trafalgar” que tinha um menu fixo de 10 GBP (starter e main course) – eu recomendo: BBB e moderninho. Fomos de sopa de cebola e a mamae de peixe.

Eu pedi um negocio que nao sabia o que era e me veio uma carne de porco boladona, hahaha… Agora já sei: gammon = barriga (?) do porco. O mais legal foi tomar “uns bon drink” com a mamae. Provamos o tal do Pimm’s – que, segundo o anúncio, é a bebida do verão (alias, se isso é verão,pohãn, o que é o inverno?!). Voltando… o Pimms é tipo uma bebida com sprite, frutas, hortelã e pepino (sim, pepino). Bem gostoso, de mulherzinha! (Thais, vou tentar levar uma garrafa pros nossos drinks!)


Chegamos enfim ao nosso destino: a Kings Road – que tem umas lojinhas mais humildes – algumas marcas conhecidas e outras locais. E foi um passeio bem legal. O clima aqui, apesar de estar friozinho, ta legal – as pessoas tão comendo na rua, passeando… O unico problema foi a chuva de fim de tarde que nos forçou a comprar uns guarda-chuvas dignos do Saara de uns indianos…

Nosso “oyster card Real” é um MUST pois vale tb para os onibus double deckers – que nunca haviamos utilizado e que estreamos hj! Onibus demora mais, mas é mais legal que metro pq a gte “vai vendo as modas” (como diria vovó). Já eram 19h e as lojas estavam fechando. Seguimos entao para a Harrod’s, que no verao fica aberta até as 21h.


Na harrods passeamos bastante e compramos apenas algumas lembrancinhas. Eu destaco a escada rolante egípcia (ppt se vc tiver coragem de tirar uma foto walking like an egyptian – q a mamae nao quis tirar de mim) e a parte de comida – doces, padaria, chocolates… Acho legal tb a parte da Harrods Arcade – com memorabilia da loja – desde biscoitos a bolsas, passando por canetas, aventais de cozinha, chocolates, enfeites de natal… Enfim, tudo com o ursinho fofo mascote da marca.

Estavamos muito cansadas, entao sentamos para jantar num restaurante já pertinho do hotel chamado “WildWood” – um italiano bem gostoso. Mamae comeu espageti com camaroes e eu fui de rigatoni com abobrinhas e espinafre. O meu tava mto apimentado, entao a mamae ganhou.

Meu prato no Wild Wood

Voltamos ao quarto correndo para comer as sobremesas compradas na patisserie da Harrod’s e qdo cheguei no quarto uma surpresa fofa: O hotel deixou um pratinho de fruta para nós com uma mensagem de feliz aniversario pra mim. É tão facil fazer o hospede se sentir especial….

Simpatia é quase amor!

Pois é. Faz muito tempo, mas muito tempo mesmo que nao atualizo o blog. E mais de um ano que fiz essa viagem, então quase nao me lembro mais dos detalhes – o que é uma pena já que a ideia inicial do site era colocar minhas memórias. Mas aqui vamos nós – memórias escassas também são memórias!

Enfim, esse foi o dia dos museus e das compras… por que nada melhor do que misturar o sublime com o profano, não é mesmo?! Tudo começou com um café da manhã meio assim-assim (ainda não haviamos descoberto nossa incrível padaria de estimação) e fomos num daqueles cafés espalhados pelas ruas de Buenos Aires. E uma volta inesperada para o apartamento – o tempo virou e bateu um friozinho… voltei pra trocar de roupa. hehehe… odeio sentir frio!

Problemas de moda resolvidos, seguimos para um passeio a pé pela recoleta em direção ao Museu Nacional de Belas Artes. No caminho paramos na praça para algumas fotos e visitamos a Basílica Nuestra Señora del Pilar para uma oração express. Essa igreja é muito fofa e tem um clima meio barroco.

Nossa Senhora do Pilar e a pracinha.

Ela fica na porta do cemitério da Recoleta que resolvemos não visitar dessa vez - uma vez só tá bom né?! mas aproveitamos a praça um bocadinho.

Essa arvore cresce pros lados e pros galhos nao caírem eles colocam esses suportes.

No sábado e no domingo tem uma feira de artesanato na praça onde se pode comprar umas lembrancinhas. Outras compritchas podem ser feitas no shopping Buenos Aires Design – fica tudo ali em volta da praça. Uma lojinha que eu adorei no shopping e que tem possibilidades de lembrancinhas é a “MORPH“, com vários itens bacanas para enfeitar a sua casinha…

Da praça saímos para o Museu de Belas Artes de Buenos Aires e aqui preciso fazer uma confissão: por já ter viajado bastante e ido a alguns muitos museus de belas artes eu subestimei o acervo do museu de Buenos Aires. Fui fazer a visita sem grandes expectativas e tive uma agradável surpresa. O museu tem um acervo tão impressionante quanto qualquer dos outros renomados que eu ja fui. Vale muito a visita! Me impressionou também a quantidade de jovens argentinos que ali estavam, não havia apenas turistas!

Depois desse passeio seguimos pra Floralis Generica – um monumento muito bonito que fica ali pertinho. Cada vez que se viaja a BsAs a grande flor de metal está em uma posiçao diferente. O reflexo dela na água também vale ser observado.  A flor fica num grande gramado e vale a pena aproveitar o fresquinho e meditar um pouco. Mas cuidado com os mosquitos! eles me devoraram pro ali…

 

Depois de um tempinho apreciando a paisagem, continuamos caminhando pela Av Libertador em direção ao Museo Nacional de Arte Decorativo que além de ficar num prédio lindo na Av. del Libertador na parte mais “residencial” de palermo tem um charmoso café e uma coleção que inclui de armas a porcelanas. Chegar até ali já  é um passeio a pé bonito pois as casas e consulados que ficam por ali impressionam, mas infelizmente o museu estava fechado para obras. Virou motivo para uma proxima ida a BsAs, hehehe….

Seguimos então para o MALBA – o Museu de arte Latino americana. Estava tendo uma exposição do Andy Warhol que foi ótima. O Malba á umm museu que não se pode deixar de visitar. A boa noticia é que a entrada é barata (22 pesos) e na quarta-feira fica mais barata ainda: apenas 10 pesos! (e se vc for estudante entra de graça nas quartas). Baratinho, ne?!

Bom, depois de tantas atividades culturais (e de uma caminhada considerável) resolvemos ir almoçar em palermo soho e aproveitar e ver umas vitrines. Pegamos um taxi e fomos para a Plaza Julio Cortázar, que é mais ou menos o coração de Palermo Soho. Lá é uma delicia e tem alguns restaurantes ao redor da praça onde várias pessoas sentam pra tomar uma cerveja e bater um papo. E foi exatamente o que fizemos. Experimentamos a cerveja Iguana, alias, que é bem levinha – ótima pra acompanhar a refeição porque nao pesa no estômago.

Foi uma tarde engraçada porque só o Augusto fez compras!!!! Dá pra acreditar? Saí de lá super frustrada sem nenhuma sacolinha… fiquei arrasada, hahaha! Mas o guto ficou bem felizinho. Olha ele aí:

 

 

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